Os verdadeiros culpados...
A elástica derrota ontem em Minas gerou grande revolta na maioria dos torcedores do São Paulo. Mesmo com um revés no primeiro jogo, nem o mais pessimista esperava uma vitória tão imponente do adversário.
Desde o inicio do primeiro tempo o tricolor foi controlado pelo Atlético, mas com alguns golpes de sorte conseguiu se safar de uma derrota larga na primeira etapa. Veio o segundo tempo e com ele a necessidade de fazer no mínimo dois gols, o time se lançou mais ao ataque e aí falhas da defesa e a superioridade dos atacantes adversários perante ela fizeram o placar aumentar.
Ao fim do jogo, é comum apontar as causas da eliminação, tanto considerando o primeiro quanto o segundo jogo. Bom, a menor das culpas recaí sobre os jogadores, exceto em alguns que cometeram falhas gravíssimas. Não adianta exigir que um Paulo Miranda seja um Cafu, que um Douglas seja um Osvaldo. São fraquíssimos tecnicamente, mas tentam fazer o melhor, antes do terceiro gol por exemplo, ninguém estava fazendo corpo mole ou pipocando. Falando em pipocar, Luís Fabiano não é mais decisivo, e isso se viu desde sua volta ao Morumbi, até agora não deu retorno nem de 10% do valor investido nele, e sua intocável titularidade é duramente contestada. Lúcio, não terá outra classificação que não seja a de algoz, um jogador com um currículo reco de grandes times, de postura em campo e outros adjetivos age de forma repudiavelmente infantil, colocando nas mãos do adversário a chance da vitória no primeiro jogo, mudando todo cenário das oitavas. De resto, é limitação técnica, e salvo alguns que mesmo no contexto adverso jogaram razoavelmente.
A limitação técnica dos jogadores tem sim uma explicação. A omissão da diretoria nas contratações para suprir as posições carentes. Essa omissão, é antiga no tricolor, um clube de referencia internacional, passou de 2006 quase 6 anos sem um meia de criação, apesar de todos protestos da torcida, e só agora “resolveu” essa posição. Desde a época de Zé Luís, a lateral direita vive de improvisações e jogadores de baixo rendimento, o pior é que para a diretoria qualquer jogador que fizer 5 ou 6 jogos bem ali vira unanimidade na posição. E falando em improvisações, essa é outra vertente cada vez mais presente no tricolor, algumas é claro dão certo, mas é quando se preserva as características básicas de cada jogador, o que não é nosso caso. No jogo de ontem, Douglas de atacante foi um dos maiores atos de desespero que já vi no tricolor. Não há um explicação digna ao torcedor, pois se um lateral (reserva) é improvisado porque tem mais rendimento no ataque que os atacantes no banco é mais um indicio da omissão da diretoria para suprir posições carentes, agora, se o lateral é colocado por opção do técnico, é burrice.
A nossa diretoria, provoca vergonha até pela forma como está vigente, em uma manobra jurídica, apontam as verdadeiras razoes, não da eliminação na libertadores ou paulista, mas da atual condição do São Paulo no cenário esportivo atual.
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