Formação tática que poderíamos tentar com o elenco que temos
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Antes que me xinguem, principalmente por conta do Michel Bastos de titular, vou explicar os motivos:
Com a formação atual, 4-1-4-1, vemos o posicionamento equivocado de muitos jogadores devido as suas características e a insistência em cruzamentos na área feita da linha de fundo. Thiago Mendes tem como melhores fundamentos seu chute de fora da área, movimentação de elemento surpresa, velocidade e dribles, seu pior sendo passe e está atualmente na tarefa de armar o time; Hudson tem seus melhores fundamentos são o desarme e o chutes a longa distância, seu pior o passe mas está armando o time; João Schimitd tem seu melhor fundamento o passe, mas está na contenção; Michel Bastos não tem velocidade e nem dribles, mas possui bom chute de fora da área e bom cruzamento (está de ponta onde precisa do que ele não tem); e Cueva, tem ótima finalização, drible e velocidade, mas passe ruim e prende muito a bola, não pode fazer a função que era do Ganso.
Nossa insistência está nos cruzamentos feitos na linha de fundo, que ajudam e muito a marcação, pois o zagueiro só precisa marcar o centroavante ou qualquer outro e o goleiro ataca a bola.
Vamos a minha ideia de formação: precisamos ser menos previsíveis e ter mais de uma jogada. Michel e Kelvin de Meias (esquerda e direita respectivamente) aproveitaríamos os seus fundamentos, um deles cruzamentos na área (os cruzamentos de ambos que saíram a maioria dos gols esse ano), mas estes feitos a partir da diagonal da área ou frontais, isso dificulta pois o zagueiro tem que atacar a bola e induz ao erro, o Centroavante (Chávez) pode facilmente se desmarcar (aconteceu o mesmo descrito contra o Juventude duas vezes, uma o gol e a outra o Kelvin desperdiçou) e finalizar. Além disso, ambos atuando nessa área podem arriscar chutes de fora ou abastecer infiltrações do Hudson ou Thiago Mendes, além de cortarem para dentro para finalizar ou abrir passagem para os laterais.
As características do Cueva seriam muito bem aproveitadas se atuasse na função que o Pato fez em 2015 e 2014, atuando de Segundo atacante. Teria liberdade para atuar em todos os setores, confundindo a marcação e jogaria mais onde gosta, no lado esquerdo. Chávez atuaria como um falso 9 (podem falar o que quiser, mas se o Centurión estivesse, seria perfeito, pois sempre joga mundo bem, assim deslocaria o Cueva pra meia esquerda e Michel pro banco) no lado direito, onde poderia utilizar melhor sua perna canhota (chuta muito bem, é rápido e tem muita força física, além de bom drible).
Este esquema não precisa de meia armador de passes milimétricos, pois é mais infiltração e jogadas individuais, passes são mais curtos, porém sendo feitos em alta velocidade. Em 2014, mesmo com Ganso conhecido por passes longos, jogávamos mais na movimentação, troca de passes curtos e em velocidade. Michel, Cueva, Kelvin e Chávez sabem muito bem se movimentar, apesar de apenas um ter a característica de velocidade (2014 apenas um tinha, que era o Pato).
Agora a explicação sobre Michel de titular: infelizmente Luiz Araújo não está maduro o suficiente, entrou em algumas partidas bem mas atualmente quando entra vai mal e a torcida já ta xingando o muleque faz 4 jogos. Daniel ninguém sabe o que ocorre com ele, volta do Reffis joga duas partidas e depois tem contusão. O Michel passaria a jogar na função que jogou em 2014 e no primeiro semestre de 2015, onde foi um dos melhores jogadores na posição. Apesar de não ser ponta, fez o papel muito bem e foi importantíssimo na campanha da libertadores com gols e assistências. Depois da contusão não voltou com intensidade, apesar de alguns bons jogos (SP x Nacional, SP x Flu e Nacional x SP). Quando entrou contra o Juventude o time melhorou, porém a mesma coisa de sempre que não é culpa dos jogadores, que é a falta de tática definida e falta de diversidade nas jogadas (insistentes cruzamentos na área). Se contratarem alguém da função e que seja melhor, banco nele, mas é a menos pior opção que temos.
Thiago Mendes e Hudson, apesar da fase ruim de ambos (lembrem-se que estão jogando em funções diferentes), voltariam a jogar em suas posições e não teriam a preocupação de armar as jogadas, mas sim de serem os elementos surpresas e na marcação, cobrindo os laterais.
Na defesa não vejo problemas. Na hora da cobertura dos laterais, os volantes os ajudam e os meias descem para marcar no meio campo, enquanto o Segundo atacante também desce para ajudar e o centroavante marca a zaga adversária. Ganharíamos o meio campo e com as novas táticas (nossa posse de bola média é de quase 65%), como chutes de fora, infiltrações e cruzamentos diagonais e frontais, aproveitaríamos melhor nossos ataques e contra-ataques.
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