A realidade dos fatos (sp x ponte)
De Vitor Birner
Sou contra o regulamento da Conmebol que impede a realização de jogos do mata-mata da Copa Sul-Americana em estádios com capacidade inferior a 20 mil pessoas.
Acho ruim para o futebol.
Se houver garantias de segurança aos que lá forem, espaço para ambulância e condições de a imprensa trabalhar, qualquer estádio de propriedade do mandante em que ele está acostumado a atuar deveria ser aceito.
A Conmebol discorda de mim.
Por isso impôs, no regulamento, a capacidade mínima de 20 mil.
O normal, então, é cumprir a regra do torneio.
Mas a entidade criou enorme confusão ao ver o mesmo não ser levado em conta e nada fazer.
A direção da Ponte Preta está na dela.
Se atuou em seu estádio até agora mesmo com capacidade inferior à estipulada, mostrou que ele tem condições de receber a semifinal.
A diretoria são-paulina também está na dela.
Tem obrigação de brigar por aquilo que é legal e pode ajudar a equipe a cumprir o objetivo de conquistar o título do torneio.
Errada, mesmo, está apenas a Conmebol está.
Se fizesse o seu trabalho direito, a polêmica não existiria.
Era simples evitar a polêmica.
Bastava ter pedido aos clubes que participam do torneio um documento constando o nome do estádio em que pretende atuar e o laudo do com a capacidade dele.
Os que atendessem as exigências do regulamento simplesmente não poderiam ser utilizados.
Isso encerraria quaisquer discussões como a atual e evitaria a tensão gerada pela polêmica, a mesma que pode estimular atos violentos entre torcedores e retaliações futuras .
Resumindo, como a Macaca disputou as quartas e oitavas de final na sua casa e o São Paulo simplesmente faz uso do regulamento para aumentar sua chance de ir à final, nenhuma decisão da entidade teria sido justa e coerente.
A Conmebol conseguiu, nesse caso, destruir a possibilidade de manter a coerência e a justiça juntas.
Não há mocinhos
Os adversários do São Paulo criticam os cartolas do time porque foram à Conmebol para a equipe não atuar no Moisés Lucarelli.
Nenhum deles têm moral.
O Corinthians, por exemplo, ganhou seu épico título em 1977, quando quebrou o jejum de conquistas, jogando as 3 partidas da final no Morumbi.
O Palmeiras, também quando vivia uma fase de vacas magras, conseguiu mandar os dois jogos na decisão do estadual, em 1986, contra a Inter de Limeira, no Morumbi.
O Santos recentemente também jogou as finais do estadual de 2012, diante do Guarani, no Morumbi, e contra o Santo André, em 2010, no Pacaembu.
Força política e interesses econômicos definiram os locais desses jogos.
Em alguns casos, inclusive com o aval dos presidentes dos times menores.
Fundamental:
A explicação de que ambos as equipes, nesses casos, lucraram mais com as rendas, não torna a situação justa.
Tirar jogos de uma torcida porque seu time é mais pobre que o outro não é algo bom e construtivo do ponto de vista esportivo.
Simples
Quando o São Paulo joga contra a Universidade de Chile, como fez ano passado, no Pacaembu, ele não está atuando em campo neutro.
O mesmo vale para o Corinthians ao enfrentar a Ponte Preta, o Palmeiras quando encarou a Inter de Limeira e o Peixe diante do Bugre.
A questão é simples de ser compreendida.
Basta olhar para a arquibancada, reparar na quantidade de torcedores de cada equipe, e entenderá.
Fiz questão de explicar porque certamente vão aparecer neo-torcedores afirmando que os jogos de 77 foram disputados em campo neutro.
Me adiantei para evitar o besteirol desses poucos.
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