Grandes Idolos do Soberano: o rei Raí
Estou cansado de ver noticias aqui nesse site, denegrindo a imagem de um dos nossos maiores craques.
Então para os que não conhecem sua história, e de outros idolos que tivemos vou postar aqui um Memorial
E para começar tinha que ser com ele, o cara que abriu as portas da América e do Mundo.
Alguns poderão dizer: "Pô de novo um tópico desse? Já sei de tudo isso". Mas acho que vale sim, pois muitos precisam saber de sua história.
Mas fica uma pergunta: Ele só chegou ao seu status após 5 anos de clube, com essa torcida que temos (sem paciencia). Será teremos outro craque?
Fonte: terceirotempo.bol.uol.com.br/quefimlevou/qfl/sobre/rai-2092.htm

Raí Souza Vieira de Oliveira, o Raí, ídolo do São Paulo, de 1987 a 1993 e de 1998 a 2000, cuida do projeto "Gol de Letra", fundação que criou com Leonardo para ajudar crianças carentes no bairro da Vila Amália, Zona Norte de São Paulo, e ainda é comentarista esportivo da Rádio CBN/São Paulo.
Foi nomeado embaixador do São Paulo Futebol Clube no dia 11 de abril de 2007. "É uma alegria muito grande. Sempre tive orgulho de vestir a camisa do São Paulo. E continuarei vestindo", falou Raí
Os primeiros passos
No começo de carreira, no Botafogo (SP), Raí era conhecido como irmão do Doutor Sócrates. Mas com o decorrer do tempo, ele deixou de ser apenas um parente do ex-meia corintiano para se tornar em um dos maiores ídolos da história do Tricolor do Morumbi.
Raí nasceu no dia 15 de maio de 1965, em Ribeirão Preto (SP), tornou-se pai aos 17 anos e foi lançado na equipe profissional do Botafogo (SP) em 1985. Ao lado de Marco Antônio Boiadeiro e do volante Gallo, Raí formou um promissor meio de campo do Pantera.
Na Macaca
Em 86, ele acabou sendo emprestado para a Ponte Preta, que dois anos antes havia fracassado na tentativa de trazer Sócrates, que era da Fiorentina, para Moisés Lucarelli. No entanto, na Macaca o jovem Raí sofreu com as contusões e acabou retornando ao Botafogo, equipe na qual fez um grande Campeonato Paulista em 87.
"Voltei para o Botafogo, mas fiz boas partidas pela Ponte Preta antes de sofrer contusão. Na época, eu jogava na Ponte ao lado do Chicão (centroavante), que marcava muitos gols, do Régis, volante, entre outros. Guardei um carinho muito grande pelo clube e deu para sentir a paixão da torcida da Ponte", diz Raí.
Ida para o Tricolor
Assim como acontecera com Sócrates, que em 78 teve seu passe disputado por Corinthians e São Paulo, Raí também despertou a cobiça do Timão e do Tricolor. Porém, desta vez o São Paulo levou a melhor na disputa e conseguiu contratar o meia.
O início de Raí no Morumbi não foi muito fácil. Com várias estrelas no time do técnico Cilinho, como os meias Pita e Silas, Raí amargou o banco de reservas e só se firmou como titular dois anos depois, na conquista do Paulistão 89. Considerado por muitos um jogador talentoso, mas lento, Raí quase deixou o Morumbi em 1990 para defender o Flamengo.
Na ocasião, o Fla e o Tricolor fizeram troca de jogadores e a intenção dos cartolas rubronegros era levar o meia para Gávea, mas tiveram que se contentar com o meia Bobô e o lateral-esquerdo Nelsinho.
Em troca, o São Paulo recebeu por empréstimo Leonardo (seu parceiro na "Gol de Letra") e o ponta-direita Alcindo, que brilhou no Japão e também atuou no Corinthians e no Fluminense.
Para a sorte do São Paulo, Raí permaneceu no clube, que contratou Telê Santana para ser o novo técnico no lugar do uruguaio Pablo Forlan. Sob o comando no mestre Telê, o futebol de Raí cresceu e ele foi peça importante para a conquista do Brasileiro de 91, das Libertadores de 92 e 93, do Mundial de 92 e do Paulista de 92.
No segundo semestre, Raí deixou o Tricolor Paulista para jogar no PSG, da França, e mais uma vez teve problemas de adaptação, mas também conseguiu brilhar na equipe francesa, conquistando os títulos francês de 94, e da Copa da França em 95 e 98.
O bom rendimento em clubes não foi repetido por Raí com a camisa da seleção brasileira. Apontado como principal meia-armador do time de Carlos Alberto Parreira, em 94, Raí não rendeu tudo o que podia e teve uma participação apagada na conquista do Mundial nos Estados Unidos.
Em 98, ele retornou ao São Paulo e logo no primeiro jogo, na final contra o Corinthians, mostrou porque é considerado um dos jogadores mais importantes do clube ao marcar um gol na vitória por 3 a 1 contra o rival e levar o time comandado por Nelsinho Baptista ao título.
Ainda pelo São Paulo, o meia voltou a ser campeão paulista em 2000, depois de sofrer uma séria contusão, em dividida com o zagueiro cruzeirense Wilson Gottardo, que o afastou dos gramados por quase um ano. Encerrou a carreira após a Copa dos Campeões de 2000. "Atendi um pedido da dona Guiomar, minha mãe", diz Raí, que já é avô.
Estatiscas:
Pelo São Paulo
O meia disputou 393 jogos ( 209 vitórias, 105 empates e 79 derrotas)
Marcou 124 gols.
Títulos:
Paulistas: 1989, 1991, 1992, 1998 e 2000)
Brasileiro: 1991
Taça Libertadores: 1992 e 1993
Mundial Interclubes: 1992
Fonte: Almanaque do São Paulo Futebol Clube (Placar), de autoria de Alexandre Costa, editado pela Editora Abril.
Pela Seleção Brasileira:
Disputou 51 partidas (30 vitórias, 14 empates e 7 derrotas).
Marcou 16 gols
Títulos: Copa Stanley Rous (1987), Copa da Amizade (1992) e Copa do Mundo (1994).
Fonte: Seleção Brasileira 90 anos de Antonio Carlos Napoleão e Roberto Assaf.
Editora Mauad
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