A saída de Hernán Crespo do comando técnico do São Paulo provocará um significativo impacto financeiro na gestão do clube. Com a decisão da diretoria de romper o contrato antes do prazo estipulado, foram acionadas cláusulas que impõem ao Tricolor a obrigação de pagamentos de multas rescisórias ao treinador e aos seus assistentes.
O vínculo de Crespo com o clube se estendia até o final de 2026 e previa compensações em caso de rescisão unilateral. Com a demissão, o São Paulo terá que desembolsar aproximadamente R$ 1,8 milhão ao técnico argentino, valor correspondente a três salários mensais, excluindo os direitos de imagem.
Além do montante destinado a Crespo, o São Paulo terá também que arcar com as despesas relativas aos integrantes da comissão técnica, que, segundo os contratos, recebem dois salários em caso de dispensa. A soma dessas indenizações chega a cerca de R$ 630 mil, também sem contabilizar os direitos de imagem.
Assim, considerando apenas as multas contratuais, o custo total para o clube gira em torno de R$ 2,43 milhões. Se incluídos os direitos de imagem de Crespo e de sua equipe, o total pode ultrapassar R$ 4 milhões. Internamente, há uma expectativa de que a interpretação da cláusula de rescisão se limite aos salários fixos, sem englobar as questões relacionadas aos direitos de imagem.
Com a saída de Crespo, a situação financeira do São Paulo se torna ainda mais delicada, especialmente considerando que o clube já possuía pendências financeiras remanescentes da primeira passagem do treinador em 2021. Essas dívidas foram incorporadas ao novo contrato e eram gradualmente quitadas através de pagamentos mensais.
O desdobramento dessa demissão poderá impactar a gestão de elenco e a organização tática do time, que passa por um momento crítico no campeonato. A necessidade de reestruturação e a escolha de um novo treinador podem influenciar diretamente a performance do time nas próximas competições.
Os próximos passos da diretoria envolvem a busca por um substituto que consiga restabelecer a dinâmica desejada e trazer a eficiência necessária ao elenco. A pressão por resultados se intensificará conforme as partidas se aproximam e a equipe luta por objetivos maiores na temporada.
é assim que esses pivaretas querem restruturar o clube arrumado mais divertida!
nem o Brasil tem 4 milhões tanto roubo imagina são Paulo k
O duro de tudo isso é que foi demissão para satisfazer ego da diretoria (não há outra explicação, já que ocorreu num momento em que o time estava engrenando); mesmo sabendo que em no máximo 3 meses irá demitir o Sr Roger e novamente pagar multa... há como torço para que eu esteja equivocado e o São Paulo volte a brilhar!
isso aí para o São Paulo e dinheiro de churrasco, a namorada do casares levou mais dinheiro do que Crespo que trabalhou duro pra tirar o São Paulo do buraco e tirou da fila do rebaixamento chegou a uma semifinal onde mais uma vez foi roubado podia está hoje campeão se não fosse roubado obrigado Crespo pelo serviço prestado você tirou o time do buraco e tirou também o presidente e a gang que o cercava,você e Luiz Gustavo foram nota 1000.
se um clube de futebol, nível do São Paulo não tiver 4 milhões em caixa pode fechar.
Fora Rui Costa que é da turma nefasta do Casares. Leva junto o Roger Machado. Fora Olten Ayres que só prejudica o SPFC.