“Não pode ter euforia quando ganha, nem se fazer de coitado quando perde. Tem de ser maduro o suficiente para ser uma equipe regular. Manter o pé no chão quando ganha e ser da mesma forma quando perde. Se a gente quer a vaga para a Libertadores, esses últimos sete jogos temos de encarar como finais. E parar de oscilar porque isso não vai nos levar para lugar nenhum”, disse o goleiro Tiago Volpi.
A gente levou um gol quando fazia uma partida dentro do planejado. Quando levamos o primeiro gol, de uma falta desnecessária e tivemos falha de marcação, o time se desestabilizou. O Fluminense baixou as linhas e faltou mobilidade, e muita coisa para a gente. Depois que levamos o gol, concordo que foi a pior partida (sob seu comando)”, disse Diniz.
Revolta da torcida
Os torcedores vaiaram bastante o time durante a partida de ontem. No segundo tempo, era possível ouvir o público gritar “olé” quando o Fluminense tocava na bola. No total, 17.650 viram o duelo no estádio. Com o revés e a vitória do Grêmio, o São Paulo caiu da quarta para a quinta colocação no nacional. Na próxima rodada, no domingo, no Morumbi, o time encara o Athletico.
“A gente sabe que o clube atravessa um momento que não é dos melhores da sua história. É normal que as pessoas, principalmente os torcedores, exijam, porque eles têm o mesmo sentimento que a gente, de querer uma estabilidade para o clube. É com essa intenção que venho aqui, descanso muito porque quero dar o melhor aqui. Não podemos desistir da nossa missão”, afirmou Daniel Alves.
O São Paulo não tem jogadores suspensos para o próximo jogo e poderá contar com o retorno de Igor Gomes, que ficou fora do duelo com o Fluminense por receber o terceiro cartão amarelo. Para o confronto com o Athletico, o time tem como pendurados: Alexandre Pato, Antony, Anderson Martins, Liziero, Tchê Tchê, Raniel e Pablo. Everton (ligamento do joelho) e Joao Rojas (cirurgia no joelho) seguem machucados e estão fora.
São Paulo, Fernando Diniz, Oscilação, Tricolor