Carlos Augusto de Barros e Silva, o Leco, presidente do São Paulo protocolou nesta sexta-feira no Conselho Deliberativo um documento se dispondo a atender os pedidos de explicações por parte dos conselheiros. No documento, o presidente quer que o assunto seja incluído na pauta da próxima reunião ordinária do Conselho para continuar a discussão da pauta do último encontro realizado na segunda-feira (4). A próxima reunião ordinária vai acontecer em dezembro, a oposição pede uma reunião extraordinária para discutir as finanças do clube.
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O presidente pediu na ultima reunião para os diretores executivos saírem do salão nobre por um pedido de conselheiros, para que eles não atrapalhassem a contagem de votos da aprovação ou não do contrato da Feng, empresa que o clube negocia para trabalhar no programa de sócios-torcedores. A contagem geralmente é feita entre quem está de pé ou sentado.
Com o contrato barrado por uma cláusula de R$ 1,5 milhão de multa, Leco e os diretores foram embora, a maioria considerou a decisão política, porque no início o pedido era para que os contratos da pauta não tivessem sido aprovados em bloco, mas depois do vínculo com a Feng ser votado separado, os outros foram aprovados juntos.
Os diretores não terem retornado para a reunião gerou incômodo. Marcelo Abranches Pupo Barboza, presidente do Conselho ficou insatisfeito por não ter nenhum diretor presente no debate sobre o relatório e fez a promessa de enviar um ofício ao presidente Leco para que a postura do presidente não se repetisse em outras ocasiões. A presença dos diretores na reuniões do Conselho não é obrigatória, só quando há uma convocação prévia
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