Em julho deste ano, o atacante e o Tricolor prorrogaram o acordo até junho de 2024. A partir do ano que vem, portanto, o São Paulo, que antes tinha 100% dos direitos, terá 85%.
Na janela de transferências, no meio do ano, o São Paulo disse ter recusado oferta de 20 milhões de euros pelo jogador. A oferta do Manchester City incluía uma ida ao Sporting, de Portugal.
Tanto o Tricolor quanto Antony decidiram pela permanência. Em caso de transferência, o atacante receberia mais dinheiro. Por isso, o São Paulo propôs ceder uma fatia dos direitos para amenizar.
No meio do ano, a postura do São Paulo, liderado pelo presidente Carlos Augusto de Barros e Silva, o Leco, foi de não vender os principais destaques de Cotia, a não ser pelo pagamento da multa. A cláusula de rescisão de Antony é de 50 milhões de euros (cerca de R$ 225 milhões).
Mas o clube planeja vender jogadores para equilibrar as contas, segundo o relatório da diretoria distribuído aos conselheiros. O GloboEsporte.com teve acesso ao documento.
Isso porque o São Paulo registrou déficit de R$ 76,5 milhões de janeiro a agosto. A venda de Morato ao Benfica, definida no começo de setembro, não é incluída no acumulado até agosto.
Agora, Liziero (observado pelo Barcelona), Igor Gomes e o próprio Antony são alguns dos garotos de Cotia mais valorizados.
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