A posição defendida é de manutenção da fórmula atual, ignorando as datas FIFA indicadas pela CBF recentemente. Além de São Paulo e Santos, outros cinco clubes votaram para essa mesma situação, porém acabaram vencidos.
Prevaleceu a ideia confirmada por nove diferentes times (como Corinthians e Palmeiras), de reduzir para 16 datas para o Paulistão 2020. Isso reduz o número de partidas do mata-mata, mantendo apenas a final com dois jogos e reduzindo quartas e semi para jogo único.
LEIA TAMBÉM:Com Luan suspenso, Fernando Diniz pode pensar em três possibilidades para montar o meio; veja
Por que Santos, São Paulo e outros clubes foram contra a redução de datas?
1) Dinheiro
Com mais datas, a arrecadação de bilheteria aumenta, pois o financeiro ficaria a cargo do mandante apenas. Nesse formato aprovado (com 16 datas), a renda será dividida entre os classificados para o mata-mata.
2) O vexame de um “grande” pode sair bem antes da final
Se, na fase de jogo único, o clube perder (independente se for “grande” ou “pequeno”), não ficará com a renda e será eliminado da competição, logo de cara. A vergonha de um “grande” não estar entre os semifinalistas será bem maior. Recentemente em Estaduais, aconteceu algo similar com o Santa Cruz (um dos três maiores clubes do Recife) no Campeonato Pernambucano.
São Paulo, Santos, Paulistão, Jogos