Viram Essa Matéria ??? Carlos Miguel Aidar x Corinthians

Viram Essa Matéria ??? Carlos Miguel Aidar x Corinthians

wesleyluaninho

http://esportes.r7.com/blogs/cosme-rimoli/se-carlos-miguel-vencer-no-sao-paulo-sera-guerra-contra-o-novo-rico-corinthians-e-seu-itaquerao-sera-sangrento-o-confronto-de-um-lado-aidar-marin-e-marco-polo-cbf-e-fpf-do-outro-o-deputado-fed-26032014/


Carlos Miguel Aidar é muito diferente de Kalil Abdala.

Não é sutil como o presidente da Santa Casa.

Aprendeu com o pai, o ex-presidente do São Paulo, Henri Aidar.

Foram seis anos observando, de 72 a 78.

O clube se impunha como o mais moderno do Brasil.

Acompanhou o Morumbi receber enxurradas de dinheiro.

Eram comuns jogos para mais de cem mil pessoas.

Muitas vezes em partidas dos adversários.

Como quando o Corinthians quebrou o jejum de 23 anos sem títulos.

Em 1977.

Aprendeu desde moleque que o time de branco e preto era o que deveria ser batido.

Na época, o São Paulo era exemplo de modernidade.

Com o maior estádio particular do mundo.

Os corintianos, mais populares, representavam o atraso.

Pessimamente administrados, com seu acanhado Parque São Jorge.

Davam de bandeja dinheiro mandando as partidas mais importantes no Morumbi.

Isso perdurou até quando foi presidente do São Paulo.

Aliá, o mais jovem, assumiu com 37 anos.

Ficou dois mandatos, entre 1984 e 1988.

Foi Carlos Miguel que tirou o futebol do Morumbi.

Levou para o revolucionário CCT da Barra Funda.

Onde, como na Europa, os jogadores teriam vários campos de treinamentos.

Enquanto isso, os rivais treinavam no Parque São Jorge.

E jogavam contra pequenos e médios no Pacaembu.

Continuavam pagando aluguel no Morumbi.

Foi assim que Carlos Miguel passou o poder para Juvenal Juvêncio.

Assumiu a presidência do Conselho Deliberativo do clube.

Os dois são aliados e seguem pela mesma cartilha.

São elitistas e defendem a primazia do São Paulo no Brasil.

Apesar de décadas comandando um escritório de advocacia, o gênio não mudou.

Pelo contrário.

Carlos Miguel é mais radical do que o espalhafatoso Juvenal.

Na briga para voltar a comandar o São Paulo tem repetido.

Sócios e conselheiros já entenderam.

Além da modernização do Morumbi, o candidato escolheu outro alvo.

Fazer o clube dominar o cenário paulista e brasileiro.

Não foi por acaso que resolveu defender a CBF contra a Portuguesa.

E acabou cassando todas as liminares de torcedores na Justiça Comum.

Possibilitou a divulgação das tabelas dos Brasileiros da Série A e B.

Neles, está a Lusa na Segunda Divisão.

Fluminense e Flamengo na Primeira.

Fez muito bem o serviço para José Maria Marin.

E Marco Polo del Nero, seu sucessor.

Ganhou crédito importantíssimo junto à CBF.
Ter Marin e Marco Polo como aliados não tem preço no quadro atual.

Os dois têm como inimigo mortal, Andrés Sanchez.

Carlos Miguel já comprou a briga.

Sabe que foi ele quem articulou com Ricardo Teixeira e Lula.

E tiraram a abertura da Copa do Morumbi.

Como mera compensação, o CT de Cotia será alugado à Colômbia.

E o São Paulo receberá R$ 2 milhões.

Enquanto o rival conseguiu facilidades para construir seu estádio.

Orçado em mais de R$ 1 bilhão...

Ao contrário de Juvenal Juvêncio, ele não se conforma.

Assim como também o incomoda a modernização do ''primo pobre''.

Se esquece da conveniente ajuda do governador Laudo Natel ao Morumbi.

Se eleito, enfrentar o Corinthians dominado por Andrés será sua obsessão.

Por isso os ataques não param.

Quando Andrés questionou as promoções que o São Paulo fez no ano passado.

Ameaçado pelo rebaixamento no Brasileiro, abaixou o preço dos ingressos.

E foi cobrado pelo corintiano por desvalorizar o futebol.
"Como a gente costuma dizer, acredito que o Andrés perdeu uma grande oportunidade de ficar calado. Ele tem a obra do Itaquerão para cuidar e ele deveria ficar preocupado com a conta que o Corinthians vai ter que pagar. É um ex-presidente e praticamente mestre de obras de estádio."

A eleição no São Paulo entrou na reta decisiva.

A disputa com Kalil está acirrada.

Carlos Miguel voltou à carga.

Sabe o que os eleitores no Morumbi querem.

Que o novo presidente tenha coragem de enfrentar o Corinthians.

Retomar a primazia do futebol paulista.

E o candidato decidiu bater forte no rival.

A começar como conseguiu o Itaquerão.

"Havia uma determinação do presidente da República para uma construtora fazer um estádio novo. E ele não torce para o São Paulo, ele torce para o Corinthians. E mandou fazer. A construtora disse sim, senhor, e fez o estádio. Está lá. Cheio de problemas. O Corinthians não é o dono do estádio, é da construtora. Ele nunca vai conseguir pagar aquele dinheiro. O estádio não está pronto, tem arquibancadas alugadas, provisórias, a Fifa está criticando, é o estádio mais crítico da Copa do Mundo, mas está lá, feito pela Odebrecht."

Revelou para a ESPN temer a concorrência do novo Palestra Itália.

Mas para os shows.

Desdenha do estádio corintiano.

"O Itaquerão não vai ter show.

Aquilo é outro mundo, é outro país, não dá para chegar lá."

Carlos Miguel faz o discurso que o eleitorado quer ouvir.

Kalil se mostra mais preocupado com o estádio.

Com obras no clube.

Talvez seja até mais importante para o sócio do São Paulo.

Mas não tem o mesmo impacto, principalmente na mídia.

Só que não é mero discurso.

Carlos Miguel vai de verdade comprar briga com o Corinthians.

Principalmente se Andrés fizer o sucessor de Mario Gobbi.

O filho de Henri Aidar representa a ala que marcou seu pai.

Quando os ''cardeais'' dominavam o futebol paulista.

E não admitiam contestação.

Principalmente vinda do Parque São Jorge.

Por coincidência, o grupo de Andrés Sanches tem um apelido.

Dado pelo grupo do ex-vice de futebol, Antônio Citadini.

É chamado até hoje de ''baixo clero''.

Se Carlos Miguel vencer, o confronto virá.

Com a CBF politicamente tendendo para o Morumbi.

Assim como a Federação Paulista.

Ele, Marin e Marco Polo sabem que Andrés será candidato a deputado federal.

Pelo PT, partido do presidente Lula.

Se Dilma conseguir a reeleição, a guerra será sangrenta.

"Minha relação com os presidentes dos clubes vai ser bem assim. Quando a bola rolar vou querer matar, com requintes de crueldade, mas depois eu quero abraçar e discutir interesses comuns."

Era assim que o São Paulo se comportava nos tempos de Henri Aidar.

Quando o Corinthians era o retrato do atraso.

Apenas o ''primo pobre''.

A situação mudou.

Hoje a ala elitista no Morumbi vê o rival como ''novo rico''.

A declaração de guerra já está feita.

Os lados já foram escolhidos há muito tempo...

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