Os bastidores políticos do São Paulo seguem cada vez mais movimentados. A poucos meses do processo eleitoral do clube, novas articulações começaram a ganhar força e já movimentam diferentes grupos políticos que trabalham na formação das futuras chapas.
Segundo informações que circulam entre conselheiros e pessoas ligadas ao clube, o nome do ex-presidente da CBF Rogério Caboclo aparece, neste momento, como o principal nome da oposição para disputar a presidência do São Paulo. Até o momento, porém, não há confirmação oficial de candidatura. :contentReference[oaicite:1]{index=1}
Oposição busca união dos principais grupos
As conversas de bastidores apontam para uma tentativa de unificação das principais correntes oposicionistas do clube. A articulação envolveria integrantes do grupo Força São Paulo, ligado a Olten Ayres, o grupo Novo São Paulo, de Vinícius Pinotti, além do movimento Salve o Tricolor Paulista.
A estratégia seria apresentar uma candidatura única para aumentar a força política da oposição durante o processo eleitoral, evitando a divisão de votos entre diferentes chapas. :contentReference[oaicite:2]{index=2}
Situação ainda não definiu candidato
Enquanto a oposição trabalha para construir consenso, a situação ainda não definiu oficialmente quem disputará a eleição.
Nos bastidores, dois nomes aparecem com maior frequência: Adilson Alves Martins e o atual presidente Harry Massis, que poderia buscar um novo mandato. Até agora, entretanto, nenhuma decisão foi anunciada oficialmente pelo grupo ligado à atual administração. :contentReference[oaicite:3]{index=3}
Comissão de Ética segue sem novidades sobre Dedé
Outro assunto que continua chamando atenção nos bastidores envolve o processo relacionado ao ex-diretor do social, conhecido como Dedé.
A audiência da Comissão de Ética ocorreu em 11 de maio, mas, até o momento, não houve divulgação de um desfecho oficial. Pessoas que acompanham o ambiente político do clube afirmam que Dedé continua mantendo interlocução com diferentes grupos e pode desempenhar papel importante nas articulações para a eleição do Conselho Deliberativo.
Também existe, entre alguns conselheiros, a avaliação de que o dirigente poderá ser absolvido ao fim do processo. No entanto, até que haja manifestação oficial da Comissão de Ética, qualquer definição permanece apenas no campo das especulações.
Clube vive momento político intenso
As movimentações eleitorais acontecem em um momento de forte debate institucional dentro do São Paulo. Nos últimos meses, o clube enfrentou disputas envolvendo a presidência do Conselho Deliberativo, propostas de reforma estatutária e diferentes embates entre grupos políticos. :contentReference[oaicite:4]{index=4}
Esse cenário faz com que a próxima eleição seja vista por muitos conselheiros como uma das mais importantes dos últimos anos, já que o futuro administrativo e financeiro do clube deverá estar no centro das discussões.
Articulações devem ganhar força nos próximos meses
Embora as conversas estejam avançando nos bastidores, ainda há um longo caminho até a oficialização das chapas. Novas alianças, mudanças de estratégia e definições de candidatos ainda podem acontecer conforme o calendário eleitoral avança.
Até lá, o ambiente político do São Paulo promete seguir bastante movimentado, com reuniões, negociações e articulações que poderão definir quem comandará o clube nos próximos anos.
Caboclo volta ao cenário político do São Paulo
Rogério Caboclo é um nome conhecido da política são-paulina. Conselheiro vitalício do clube, ele também presidiu a Confederação Brasileira de Futebol (CBF) entre 2019 e 2021.
Sua passagem pela entidade terminou após denúncias de assédio moral e sexual feitas por uma funcionária da CBF. Caboclo foi afastado da presidência em junho de 2021 e posteriormente deixou o comando da entidade após decisões dos órgãos internos da confederação.
Anos depois, o ex-dirigente informou ter revertido processos relacionados ao caso e voltou a participar das articulações políticas ligadas ao São Paulo. Agora, segundo informações de bastidores, seu nome ganha força para liderar uma chapa de oposição na próxima eleição presidencial do clube.