[OFF] Conheçam uma das faces obscuras de Adalberto Baptista. Ficarão estarrecidos.
Briga entre sócios do Grupo Aché, o maior laboratório farmacêutico da América Latina, vira caso de polícia. Reportagem de 2001 da Isto É.
Sem avisar aos demais acionistas, em 16, 17 e 18 de julho, os representantes da Partage, Adalberto Baptista e Joamir Alves, publicaram a convocação de uma assembléia para 26 de julho, às 10h, na sede do grupo, em Guarulhos, na Grande São Paulo. Os representantes da Ventura e da Marvic’s, no entanto, leram o edital e compareceram à assembléia. Antes de a reunião começar, Adalberto e Joamir se retiraram e levaram com eles o livro de registro de atas. A assembléia se realizou mesmo com a ausência deles e sua ata foi impressa em folhas avulsas, posteriormente encaminhadas à Junta Comercial de São Paulo para que fosse feito o registro e arquivamento, pois Adalberto se recusou a devolver os livros em que o relato da reunião deveria estar assentado. Quatro dias depois, a Junta Comercial informou que o pedido não poderia ser aceito. Diz o despacho da Junta Comercial: “Tendo em vista duplicidade de atas referentes a assembléia realizada no mesmo dia e hora, com aprovação de matérias diferentes, apenas uma delas deve prevalecer para efeito de arquivamento.” A segunda ata a que se refere o documento da Junta Comercial foi encaminhada pela Partage para registro em 2 de agosto. Dentre outras deliberações, a ata relata o afastamento do conselho de administração do Grupo Aché dos representantes da Ventura e da Marvic’s. Tudo indica que o documento apresentado pela Partage é falso. “Como é que em 31 de julho a Junta Comercial informou sobre a existência de uma segunda ata que ela mesma só recebeu em 2 de agosto?”, questiona o advogado Cid Vieira de Souza Filho, que, em nome dos representantes da Marvic’s e da Ventura, pediu que o caso fosse investigado pelo Ministério Público de São Paulo. Desde agosto, o problema vem sendo apurado pelo promotor Roberto Alves.
No próprio texto da ata registrada pela Partage há indícios da falsidade. Em seu cabeçalho, logo depois de informar que a assembléia ocorrera em 26 de julho de 2001, há a seguinte inscrição: 07-25. Trata-se de um registro feito automaticamente pelo programa Word, utilizado para redigir o documento. Essa inscrição significa que o texto teria sido escrito em 25 de julho e não no dia 26, data da assembléia. “Com toda certeza, quando o documento foi digitado, o calendário interno do computador acusava o dia 25 de julho”, afirma laudo do perito Ricardo Molina. Além das provas documentais, há um outro elemento que torna a ata suspeita. A sede do Grupo Aché conta com um sofisticado sistema de segurança. Até os donos da empresa só podem entrar e sair do prédio com o uso de um crachá eletrônico. Em 26 de julho, os registros internos mostram que Adalberto saiu da empresa às 10h11. Isso significa que em apenas 11 minutos ele participou da reunião que afastou dois dos três acionistas do controle da empresa, protocolou a retirada dos livros, redigiu a ata, colheu as assinaturas, pegou o elevador e percorreu os mais de 50 metros que separam o hall da portaria.
Fonte: http://www.istoe.com.br/reportagens/42463_EFEITO+COLATERAL
Reportagem de 2010 da Época.
Os Depieri contam uma história diferente. Dizem que tomaram todas as providências para a apuração das responsabilidades da fraude na Schering- Plough. Rejeitaram as contas da empresa em 2000, mas foram voto vencido, porque o Aché é minoritário. Acusam os Baptista de roubo do livro de atas do Aché para registrar a assembléia geral em que destituíram as outras famílias do comando do laboratório. Com o objetivo de reassumir a empresa, o clã teria cometido outras irregularidades para conseguir o arquivamento da ata na Junta Comercial do Estado de São Paulo. Um inquérito policial e um procedimento no Ministério Público de São Paulo investigam as denúncias.
O capítulo da semana passada é apenas mais um de uma novela que já teve cenas de comédia-pastelão. Em agosto, barrado na sede do Aché, Adalberto Baptista, filho de Adalmiro, arrombou o portão de entrada da indústria com a ajuda de um Passat. "É uma briga por poder", diz Carlos Depieri, outro irmão da holding Ventura. Até o afastamento da presidência do Aché em setembro do ano passado, Adalmiro Baptista exibiu a condição de manda-chuva no Aché. Mas, segundo os rivais, não se adaptou aos novos tempos na indústria farmacêutica, vigentes desde a Lei de Patentes, de 1997. Os lucros declinaram. No ano passado, o grupo registrou prejuízo de R$ 32 milhões. Com a entrada de profissionais na direção, o Aché deverá voltar ao azul em 2001, dizem os Depieri. Inconformados, os Baptista sacam as armas na Schering para tentar a volta por cima.
Fonte: http://revistaepoca.globo.com/Revista/Epoca/0,,EMI141098-15259,00.html
Abs.
Peixoto.
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