De acordo com informações recentes, BYD, Santander, Inter e MetLife avançaram nas negociações com o clube e aqueceram de vez a disputa pelo estádio tricolor.
A movimentação ganhou força após ações de mercado envolvendo rivais, o que fez principalmente os bancos acelerarem o interesse. A ideia é clara: associar suas marcas a um dos estádios mais icônicos do Brasil.
E o São Paulo sabe do potencial.
Internamente, o clube trabalha com um cenário ambicioso: fechar um contrato na casa de R$ 60 milhões por temporada, com duração entre cinco e dez anos.
Se confirmados esses valores, o acordo pode se tornar uma das maiores receitas da história recente do Tricolor fora de campo.
Outro ponto que chama atenção é o retorno da BYD à mesa. A empresa chinesa já esteve perto de um acordo anteriormente — com a possibilidade até de mudar o nome para algo como MorumBYD — mas recuou após turbulências internas no clube no fim de 2025.
Agora, o cenário mudou… e a disputa está completamente aberta.
Enquanto isso, o contrato atual com a Mondelez (responsável pelo nome Morumbis) segue válido até o fim de 2026, mas as negociações para renovação não avançaram como esperado.
Nos bastidores, a sensação é de que uma decisão grande está próxima — e pode impactar diretamente o caixa do clube e sua estratégia de mercado nos próximos anos.
A pergunta que fica: quem vai estampar o nome no estádio do São Paulo?
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