Sem Rogério Ceni, o São Paulo perdeu o rumo.

Sem Rogério Ceni, o São Paulo perdeu o rumo.

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Sem Rogério Ceni, o São Paulo perdeu o rumo.
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Tudo que era ruim ficou perto do insuportável.

O jogador é a única liderança efetiva, aceita entre os problemáticos jogadores do São Paulo.

Luís Fabiano não tem estômago e nem contextualiza as situações.

É só gritos, palavrões e chacoalar os atletas mais jovens.

Pensa ser a encarnação do Capitão Nascimento do Morumbi.

Só falta o saco plástico.

Rhodolfo parece apresentar programa policial na tevê.

Grita tanto que depois de 30 segundos ninguém presta atenção no que fala.

Fabrício que poderia dar o exemplo, não consegue deixar o departamento médico.

O São Paulo está sem um líder de verdade na pior hora.

As confusões de Leão tornaram imprevisível o jogo fácil contra o Goiás.

A partida que deveria confirmar a classificação para as semifinais da Copa do Brasil.

Isso apesar dos 2 a 0 na primeira partida.

O medo generalizado é a equipe sofrer o primeiro gol e desabar.

João Paulo de Jesus Lopes e Adalberto Batista não sabem o que fazer.

Juvenal Juvêncio não lhes deu autonomia para tomar qualquer atitude contra Leão.

Os dois acreditam que o treinador está implodindo o clube.

Mas precisam se calar.

Conversam entre si e com o restante da diretoria.

Encontram um inesperado defensor intransigente do treinador: Leco.

O homem que tem apelido de leite acredita que a autoridade do técnico faz bem ao São Paulo.

Que autoridade, Cara Pálida?

O treinador é intransigente.

Trata os jogadores como subordinados em um quartel.

E tem enorme dificuldade em exergar taticamente a partida.

Os atletas já perceberam isso.

Em todo o clube foi a mesma coisa onde Leão trabalhou.

Quando os atletas percebem que ele não tem capacidade para os orientar, começa a truculência do técnico.

Invariavelmente acaba sendo um desastre para o clube.

Um pequeno exemplo foi dado com Lucas.

O treinador mandou que ele parasse de driblar e tocasse mais a bola.

Aos berros.

O jovem jogador resolveu só passar e não mais driblar.

Leão percebeu a provocação e o substituiu.

Juvenal Juvêncio resolveu interferir e mandou o técnico não desvalorizar o principal jogador do São Paulo.

Sem ter o que fazer, o técnico obedeceu.

Jádson não tem a proteção de Juvenal.

O dirigente acredita que está diante de uma grande decepção.

E deixa o treinador torturar o meia que pode ser muito importante taticamente.

Desde que um técnico saiba utilizá-lo.

Não é o caso de Leão.

Ele tem o colocado pelas beiradas do campo, como detesta.

E ainda faz com que corra atrás de volantes ou alas adversários.

Não produz e é substituído constantemente.

Como se não jogasse porque não quisesse.

Jadson rende centralizado entre os volantes.

Partindo com a bola dominada e aproveitando o chute forte da entrada da área.

Postura simples que o homem que recebe R$ 250 mil do São Paulo desconhece.

Jadson resolveu se vingar retuitando uma mensagem de apoio de um torcedor.

Contra as ''filhas da putice'' que Leão faz contra ele.

O colocando para jogar errado e o tirando constantemente do time.

Tudo o que Leão não admite é insubordinação.

Principalmente de um atleta que não tem proteção da diretoria.

Jadson que se prepare.

Por tudo isso que está acontecendo, fica óbvia a falta que faz Rogério Ceni.

Se o jogador não pode estar no gol do São Paulo, deveria estar em Goiás.

Exercer sua liderança diante de um grupo desorientado, rachado.

Os jogadores não sabem a quem recorrer.

Sabem que o técnico está por um fio.

Têm a noção de quanto ele desafio Juvenal Juvêncio ao escalar Paulo Miranda.

E ironizar a saída de jogadores como Dagoberto que foram campeões estaduais.

O treinador não pôde palpitar sobre essas saídas.

Ceni teria repetido 2005, quando o grupo de então também rejeitava Leão.

Foi o goleiro que controlou o elenco forçando que todos se focassem no Campeonato Paulista.

O clube foi campeão e ganhou da diretoria a saída do técnico.

Treinador que, por coincidência, foi atender um amigo no futebol japonês e disse que desistiu do São Paulo.

O goleiro não queria o retorno do problemático técnico seis anos depois.

Mas foi voto vencido.

E o tal prazo de validade de Leão voltou a atacar.

Se Ceni estivesse mais presente na vida do angustiado time, a situação de 2005 poderia se repetir.

Quem sabe se o São Paulo se unisse, venceria a Copa do Brasil um outro amigo não poderia chamar Leão para o Japão?

Como o único líder real do clube não está, tudo piora a cada dia.

A própria direção está apavorada com o jogo de amanhã.

E assiste de mão amarrada o indesejável treinador comandar o inseguro time.

A possibilidade de trocá-lo mesmo com a classificação é grande, e ele sabe disso.

Tanto que fez questão de dizer hoje a significativa frase:

"Nada me prende aqui."

Está claro que sabe que está perto da porta da rua.

Enquanto o clube vive esse furacão...

Rogério Ceni dá palestra sobre liderança e convívio em grupo.

Foi o que fez ontem em São José dos Campos para empresários.

O São Paulo poucas vezes esteve tão sem rumo.

E sem um líder de verdade...

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