
“Só falo com ele de vez em quando, rapidinho. Ele ainda não falou com o grupo”, contou Cortez. Por enquanto, a relação dos atletas com o ídolo do clube é acompanhando seu esforço para voltar a jogar. Nem com Denis, seu colega de treino, Rogério Ceni fala em jogar.
O goleiro passou por cirurgia no ombro direito em janeiro e tinha retorno previsto inicialmente para o fim de julho ou início de agosto. O atleta, porém, pode ganhar algumas semanas por conta de suas atividades aumentando a amplitude dos movimentos no local operado.
Nesta quarta-feira, além de trabalhar com o preparador de goleiros Haroldo Lamounier, o arqueiro deu voltas no gramado. “Fico feliz por ver mais um companheiro podendo retornar, retomando seus treinos. Daqui a pouco voltará o Wellington”, apontou Cortez, falando o volante que operou o joelho esquerdo e só deve ficar à disposição em outubro.
Em relação a Rogério Ceni, sua escalação em uma possível decisão da Copa do Brasil depende também de convencer Emerson Leão sobre suas condições físicas. O treinador já se mostrou mais propenso a respeitar a estimativa inicial de tê-lo somente no final de julho.
A maior preocupação do comandante, por enquanto, é em preparar quem já está apto a atuar não só nas semifinais da Copa do Brasil, contra o Coritiba, em 14 e 20 de junho, mas também para o próximo compromisso do time, na quarta-feira, diante do Inter, em Porto Alegre, pelo Campeonato Brasileiro.
Nesta quarta-feira, os trabalhos foram realizados apenas a tarde com atividade técnica de posse de bola e prática de finalizações. “O meu grupo não estava com um rendimento muito 100%. Mas temos uma semana boa para trabalhar, amanhã (quinta-feira) tem mais. É sempre bom ir aperfeiçoando para, na hora do jogo, jogar nas redes”, comentou Cortez.