O São Paulo enfrenta um momento delicado, visivelmente distante do status competitivo que havia estabelecido nas primeiras rodadas do Campeonato Brasileiro e na Copa Sul-Americana. Após o empate de 1 a 1 com o Millonarios, o Tricolor se igualou à sua pior sequência sem vitórias na última década, agora acumulando sete jogos sem triunfo. A comparação com a fase sob a gestão de Hernán Crespo em 2021 se torna inevitável, já que, naquele período, a equipe também enfrentou quatro empates e três derrotas.
Em 2021, o clube atravessava um processo de reestruturação após conquistar o Campeonato Paulista. Agora, em 2026, a equipe se vê frustrada em suas aspirações de título brasileiro, agravadas pela eliminação prematura na Copa do Brasil ao perder para o Juventude. Este revés não apenas impactou o moral do elenco, como também resultou na demissão do técnico Roger Machado após a derrota por 3 a 1, o que comprometeu a estabilidade administrativa e financeira do clube.
Na tabela do Campeonato Brasileiro, o São Paulo se manteve estagnado com 24 pontos, ameaçado por clubes diretos na disputa por uma vaga no G-4, como Athletico Paranaense e Red Bull Bragantino. Essa situação gera um clima de pressão intenso, onde cada ponto adquirido se torna vital para as ambições do Tricolor na competição nacional. A necessidade de reação é iminente e exigirá uma análise detalhada das configurações táticas e da intensidade apresentada em campo.
A situação no Grupo C da Sul-Americana se mostra igualmente preocupante. O empate contra o Millonarios deixou a classificação para as oitavas de final em aberto, tornando a última rodada do grupo crucial para o futuro do clube na competição continental. A pressão sobre jogadores e comissão técnica aumenta, exigindo uma resposta rápida para recuperar a confiança em temporada que começou com expectativas elevadas.
O São Paulo agora precisará de uma gestão eficaz do elenco e uma adaptação nas abordagens táticas para reverter essa sequência negativa. Será fundamental para a comissão técnica promover ajustes nas transições ofensivas e defensivas, além de revitalizar a intensidade e a dinâmica de jogo da equipe. O foco deve estar em restaurar não apenas o desempenho em campo, mas também a moral do grupo e a confiança dos torcedores.
Entra técnico sai técnico sempre a mesma escalação para ser eliminado da Sula é questão de tempo. Não sei pq não coloca a mlk da base que arrebentaram na copinha e são muito melhores que esses caneludos titulares. Dorival só dá desculpas diz que está em análise cada um. Vtn...