Harry Massis confirma permanência de Rui Costa e Rafinha no comando do São Paulo
Confira os bastidores do São Paulo após o Choque-Rei. Veja por que a diretoria mantém Rui Costa e Roger Machado e o que esperar do Tricolor no Brasileirão.
Fonte SPFC.net
24 de Março de 2026
O São Paulo de 2026 vive o paradoxo de ser o vice-líder e, ao mesmo tempo, alvo de questionamentos internos. A derrota para o Palmeiras serviu de munição para alas do Conselho que contestam a agilidade na troca de comando técnico. No entanto, a leitura de jogo da presidência é clara: interromper o trabalho de Roger Machado agora seria admitir um erro de planejamento que o clube não está disposto a assumir. Rui Costa e Rafinha trabalham na manutenção da intensidade do vestiário, garantindo que o grupo não se desestabilize com o "fantasma" das comparações com a era Crespo.
A "Mão" de Roger e o Jogo a Mais
A comissão técnica aproveita os dez dias de pausa para acelerar a transição tática:
Implementação de Ideias: Roger tem liberdade total para alterar a rotina do CT da Barra Funda, focando em ajustes defensivos que ficaram expostos nas últimas rodadas.
Tabela Volátil: O São Paulo é o 2º colocado, mas a diretoria monitora o Flamengo (com um jogo a menos). A ordem é não deixar a "gordura" queimar antes da estreia na fase de grupos da Libertadores.
Reencontro Emocional: O duelo contra o Internacional não é apenas tático; para Roger, vencer seu ex-clube no Beira-Rio seria o carimbo de autoridade que ele precisa para silenciar os críticos internos.
Foco no Beira-Rio e Pós-Data Fifa
O Tricolor encerra esta terça-feira com um cronograma rígido de evolução:
Ajuste de Carga: O departamento de fisiologia trabalha para que os jogadores entreguem a organização tática pedida por Roger sem o risco de lesões por estresse.
União do Elenco: Rafinha exerce seu papel de liderança para manter o foco dos atletas apenas no campo, filtrando a pressão política que vem das alamedas do clube.
Meta de Pontos: Vencer o Inter fora de casa é tratado como "obrigação" para manter o São Paulo no topo e validar a escolha da diretoria pela manutenção da gestão atual.
O São Paulo segue firme no seu propósito de 2026: ser um time resiliente e bem gerido. Se a intensidade de Roger Machado encontrar a paz política prometida por Rui Costa, o jogo contra o Colorado pode ser a virada de chave para o Tricolor deslanchar de vez no Campeonato Brasileiro.
A "Mão" de Roger e o Jogo a Mais
A comissão técnica aproveita os dez dias de pausa para acelerar a transição tática:
Implementação de Ideias: Roger tem liberdade total para alterar a rotina do CT da Barra Funda, focando em ajustes defensivos que ficaram expostos nas últimas rodadas.
Tabela Volátil: O São Paulo é o 2º colocado, mas a diretoria monitora o Flamengo (com um jogo a menos). A ordem é não deixar a "gordura" queimar antes da estreia na fase de grupos da Libertadores.
Reencontro Emocional: O duelo contra o Internacional não é apenas tático; para Roger, vencer seu ex-clube no Beira-Rio seria o carimbo de autoridade que ele precisa para silenciar os críticos internos.
Foco no Beira-Rio e Pós-Data Fifa
O Tricolor encerra esta terça-feira com um cronograma rígido de evolução:
Ajuste de Carga: O departamento de fisiologia trabalha para que os jogadores entreguem a organização tática pedida por Roger sem o risco de lesões por estresse.
União do Elenco: Rafinha exerce seu papel de liderança para manter o foco dos atletas apenas no campo, filtrando a pressão política que vem das alamedas do clube.
Meta de Pontos: Vencer o Inter fora de casa é tratado como "obrigação" para manter o São Paulo no topo e validar a escolha da diretoria pela manutenção da gestão atual.
O São Paulo segue firme no seu propósito de 2026: ser um time resiliente e bem gerido. Se a intensidade de Roger Machado encontrar a paz política prometida por Rui Costa, o jogo contra o Colorado pode ser a virada de chave para o Tricolor deslanchar de vez no Campeonato Brasileiro.
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Fora Harry tambem, dando respaldo a coisas erradas no SPFC. Merece sair.
A questão é? Torcer pra esse treineiro fazer o time sangrar e sair junto com Rui Costa, e talvez Rafinha? Ou torcer pra o time ter alguma evolução? A questão é, não haverá evolução!
Se perder pro ex clube que ele deixou na lanterna, só lamento, a torcida que se mobilize. Voyvoda urgentemente!
O torcedor não é bobo, sabemos muito bem como é o padrão de um time que não conseguirá dar resposta em campo, estamos vendo isso há 15 anos acontecer. A história se repete.
Não vão conseguir se blindar por muito tempo se não apresentarem resultados rápidos e consistentes. E com essa pressão toda, com esse técnico apático na beira do gramado, duvido muito conseguirem.