Durante boa parte de 2025, o clube viveu um cenário incomum: praticamente todos os atacantes de área do elenco estavam fora por lesão ao mesmo tempo. Isso obrigou a comissão técnica a improvisar jogadores de outras posições no comando do ataque.
Entre os nomes que passaram pelo departamento médico estavam:
Jonathan Calleri
Ryan Francisco
André Silva
Juan Dinenno
Com ausências importantes, Crespo chegou a escalar jogadores como Tapia e Rigoni atuando mais avançados, tentando suprir a falta de um centroavante de ofício. A solução emergencial, porém, acabou afetando o funcionamento ofensivo da equipe.
Retornos mudam cenário no Morumbi
Nos últimos meses, o panorama começou a mudar no Morumbi. Alguns jogadores avançaram no processo de recuperação física e voltaram a ficar à disposição da comissão técnica.
Com isso, o elenco volta a contar com:
centroavantes de referência na área
mais alternativas de rotação no setor ofensivo
possibilidades de mudanças táticas durante os jogos
A volta dessas peças reduz a necessidade de improvisações e devolve ao treinador a chance de explorar diferentes formações.
Novas opções táticas para Crespo
Com atacantes novamente disponíveis, Crespo ganha margem para variar o sistema ofensivo do São Paulo.
Entre as possibilidades estão:
Centroavante fixo na área
O tradicional camisa 9 volta a ser peça importante para:
pivô para chegada do meio-campo
disputa de bolas aéreas
finalizações dentro da área
Dupla de ataque
Outra alternativa comum nas equipes de Crespo é a formação com dois atacantes, especialmente em esquemas como o 3-5-2 ou o 4-3-1-2.
Nesse modelo, o time pode ter:
um centroavante de referência
um segundo atacante mais móvel
Rotação e intensidade
Com um calendário cheio pela frente, mais opções no ataque também ajudam a evitar desgaste físico e quedas de rendimento ao longo da temporada.
Sem atacantes de área, o São Paulo vinha enfrentando dificuldades para transformar posse de bola em gols e para ter presença dentro da área adversária. Agora, com o setor ofensivo novamente reforçado, a expectativa interna é de que o time volte a ganhar força nas finalizações e aumente o poder de decisão nos jogos.