Raí ídolo do São Paulo exalta futebol feminino como arma contra o machismo

O ídolo Raí analisou a importância do futebol feminino e repudiou manifestações machistas no esporte. Veja os detalhes da entrevista e o apoio à arbitragem feminina.

Para Raí, o futebol feminino de 2026 vive um momento análogo ao impacto social de Pelé e Garrincha na Copa de 58: um divisor de águas na representatividade brasileira. Durante sua participação no programa Sem Censura, o ex-jogador enfatizou que a modalidade é hoje o esporte que mais cresce globalmente. No entanto, para o eterno capitão tricolor, o valor real desse crescimento reside no poder de "apontar manifestações machistas e ridículas", forçando uma mudança de comportamento necessária em todos os níveis da gestão de elenco e da convivência esportiva.

Referência à Marta e o "Constrangimento Educativo"
A análise de Raí passou pela evolução histórica das referências no esporte:
Fator Marta: O ídolo citou a Rainha para ilustrar como o cenário mudou: "A Marta não teve referências; as meninas de hoje têm". Esse ciclo de inspiração é o que garante a sustentabilidade do crescimento do setor.
Dura Crítica a Gustavo Marques: Sem papas na língua, Raí repudiou os ataques do zagueiro do Bragantino contra a árbitra Daiane Muniz. Para ele, o futebol feminino tem o papel de "calar" aqueles que ainda propagam preconceitos, tornando atitudes machistas socialmente inaceitáveis e constrangedoras.
Sinergia no Campo: O apoio de Raí ecoou o recente desabafo de Carol Baiana, do Santos, que na última segunda-feira (23) exigiu publicamente respeito às mulheres após o empate contra o Cruzeiro.

A Visão do Ídolo sobre o Futuro
A leitura de jogo social de Raí aponta para um caminho sem volta:
Audiência e Mercado: O crescimento nos números de patrocínio reflete uma mudança de percepção do público, que passa a consumir a modalidade pela sua qualidade técnica e não apenas por "causas".
Papel Educativo: O ex-jogador acredita que o futebol tem o dever de ser um espelho para a sociedade, expondo o machismo para que ele não se repita.
Presença em Paris: Sua visita à Seleção Feminina nos Jogos de 2024 foi reafirmada como um compromisso pessoal com a valorização das atletas.
Para a torcida do São Paulo e para os amantes do futebol, as palavras de Raí servem como um lembrete de que a organização tática de uma sociedade mais justa também passa pelas arquibancadas. O "Violino" de sua técnica agora dá o tom de uma cobrança por civilidade, provando que ser ídolo em 2026 exige um posicionamento firme diante dos desafios sociais.
Palavras-chave: São Paulo FC, Raí, Futebol Feminino, Machismo no Futebol, Marta, Carol Baiana, Gustavo Marques, Gestão Esportiva.
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Comentários

aguinelo barbosa
5 1
25/02/2026 23:21:01

Eterno capitão durante todo tempo que Rai jogou no são Paulo o capitão era Rogério ceni, Rai nunca foi capitão foi um ótimo meia nada mais.

ts
bronze
TS
9 0
25/02/2026 22:24:22

Não assisto futebol feminino porque acho chato pra kralho. Mas gosto de assistir mulheres em vários outros esportes.
Pra mim, esporte tem que ser entretenimento, divertido. Esse negócio de forçar a barra só pra lacrar não dá.

regis maia
7 3
25/02/2026 21:41:26

vai se ***** seu ***** comunista de ***** e sai logo do armario

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