O São Paulo trata com serenidade as especulações recentes envolvendo Gonzalo Tapia. Ao contrário do que foi noticiado fora do país, o clube descarta qualquer interesse do Leeds United no atacante.
De acordo com informações do Bolavip Brasil, não houve contato, sondagem ou manifestação oficial por parte da equipe inglesa. Internamente, o assunto é visto apenas como ruído de mercado, sem qualquer impacto no planejamento esportivo.
Tapia tem sido presença constante nas escolhas de Hernán Crespo, alternando entre titular e reserva, mas sempre com participação relevante. Já marcou gols decisivos, inclusive em clássicos, e mantém valorização dentro do elenco. A diretoria reforça que não existe negociação em andamento e que qualquer movimentação futura dependeria de uma proposta formal — algo que até agora não ocorreu.
O clube considera o chileno um ativo esportivo e financeiro. Seu contrato, válido até 2029, foi renovado ainda na temporada passada justamente para proteger o jogador de movimentações precipitadas.
Desde que chegou ao Tricolor, em meados de 2025, Tapia disputou 27 partidas e balançou as redes seis vezes. Os números são avaliados como positivos dentro do processo de adaptação e rodagem no elenco.
A comissão técnica acredita que o atacante ainda tem margem para evolução e pode assumir papel mais protagonista ao longo da temporada. Por isso, não há qualquer pressa em discutir uma saída. Nos bastidores, o entendimento é claro: Tapia integra o planejamento de Crespo e será utilizado conforme as necessidades do time, especialmente em jogos de maior intensidade.
O São Paulo reconhece que bons desempenhos naturalmente despertam interesse no mercado internacional, mas diferencia rumores de negociações concretas. No caso do Leeds, trata-se apenas da primeira situação.
A diretoria garante que não recebeu consultas oficiais nem foi procurada por intermediários. Assim, não há tratativas abertas ou sequer em estágio inicial envolvendo o atacante.
Tapia segue focado nos compromissos do Tricolor, respaldado pelo clube e pela comissão técnica. O discurso interno é de tranquilidade e continuidade do trabalho. Qualquer mudança de cenário só será considerada diante de uma proposta formal que atenda aos interesses esportivos e financeiros do São Paulo — hipótese que, no momento, está fora de pauta.