Foi digno o São Paulo, que mesmo na condição de azarão, não se acovardou em nenhuma das duas partidas e nem abriu mão de tentar mesmo após perder em casa por 3 a 1, na ida.
A eliminação vira a página da Copa do Brasil – torneio em que o São Paulo deixou para trás o Palmeiras, no Allianz Parque – e coloca os pés tricolores de volta ao chão para que a equipe reforce foco no que lhe é mais factível: o título da Copa Sul-Americana; e no que lhe é urgente: se recuperar no Brasileiro antes que o rebaixamento se torne uma ameaça real.
A Copa Sul-Americana é o caminho para que o São Paulo volte a disputar a Libertadores no ano que vem, uma meta óbvia e obrigatória, essencial ao clube pela exposição e receitas proporcionadas pelo torneio que não disputou nessa temporada.
Resta só um jogo para isso, a final contra o Independiente Del Valle, no dia 1 de outubro, em Córdoba, na Argentina.
É a chance, também, de voltar a ganhar um título internacional, algo que não acontece desde 2012, quando o São Paulo venceu justamente a Sul-Americana – de relevância histórica menor, mas que, neste momento, é importante na retomada de conquistas após uma década de fracassos no Morumbi.
Até por isso, é compreensível que o técnico Rogério Ceni escolha, mais uma vez, utilizar atletas reservas no dois próximos jogos do Brasileiro, os únicos antes da decisão, especialmente no do próximo domingo, contra o Ceará, em Fortaleza – mesmo em posição desconfortável no Brasileiro.
Com um elenco curto, qualquer lesão a partir de agora provavelmente significará um desfalque para a final – e Ceni já perdeu Gabriel Neves, seu titular, que se machucou contra o Atlético-GO.
Na sequência, no dia 27, enfrenta o Avaí, em casa, na véspera de viajar para a Argentina. Quando retornar de Córdoba, com título ou não, terá que lidar com a má campanha no Brasileiro.
Hoje o São Paulo tem só cinco pontos a mais do que o Cuiabá, o primeiro da zona de rebaixamento. Sem dividir atenções com as copas, cai o argumento para poupar titulares, e a tendência é de que o time se recupere nas nove rodadas que restarão.
Haverá pouco tempo para evitar que o fantasma do rebaixamento volte a puxar os pés tricolores, como aconteceu no ano passado – em que só foi exorcizado na penúltima rodada.
Foi um risco que o São Paulo – diretoria e comissão técnica – assumiu ao escolher o caminho das copas. O primeiro passo para afastá-lo é vencer a Sul-Americana.
Nisso, a queda na Copa do Brasil – por sua forma – não deve gerar turbulências que afetem os planos daqui pra frente. Era esperada, se deu com atuações dignas.

O São Paulo teve o controle do jogo , só não marcou os gols uma bola na trave chute do Luciano que o goleiro não pegaria infelizmente no rebote chutaram fora mais arrumando um armador tipo Gerson, Pedro Rocha,, Pita, não tem mais ,.
Que todos já sabíamos que ñ ia acontecer um milagre , menos o técnico do são paulo, colocasse o time reserva com mais marcadores, na final da libertadores o 7x1 vai entrar no mínimo com 3 volantes no meio de campo
Time reserva é o ******* porra , tem que colocar o que tem de melhor para se recuperar no Brasileirão a começar pelo jogo contra o Ceará o TRICOLOR tem que fazer logo os pontos nescessário para jogar e se manter tranquilo .
Para o ano que vem o SP precisa de im atacante rápido, para ter a arma do contrataque, voisa que todos os times fazem, até os porcos e esse arrogante flamengo, que, se ganhou, jogou como time pequeno
O problema maior é q o time dis caras tem muita técnica, deram 7 chutes no gol e fuzeram 4, mas no geral achei q jogamos muito bem os dois jogos mesmo sendo eliminados caimos de pé sim!
Edynaldo Leite, Vc é o Cara??????
Agora é pensar no brasileiro. Chega de desculpas!
O duro é jogar libertadores com o time na segunda divisao.