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Ele foi criado nas categorias de base do Tricolor, em Cotia, e disputou três edições da Copa São Paulo. Não jogou no profissional e foi direto para a Europa, em 2014, onde acabou se firmando.
- Fico muito honrado. Quando cheguei aqui, o time estava na segunda divisão. Me machuquei, voltei ao São Paulo, e hoje tenho uma história no clube. Conquistamos o título da segunda divisão, o acesso, fizemos grandes jogos contra Porto e Benfica - iniciou o camisa 3, que ainda falou sobre seu começo no clube e sobre a chegada de outros brasileiros por lá:- A cidade atrai muitas pessoas no verão, é uma cidade muito bonita. Minha esposa se adaptou bem e tivemos nossa filha aqui. Depois chegaram outros brasileiros com quem joguei no São Paulo, o Lucas Fernandes e o Marcel, e hoje estamos em casa.
- Ficamos muito próximos de subir na temporada 2016-17, foi por um ponto, mas, na temporada seguinte, conquistamos o título e o acesso. Minha maior lembrança foi um gol contra o Porto, quando minha esposa estava grávida, e pude dedicar para minha filha. Teve também o gol de trás de do meio de campo, em 2016, contra o União da Madeira, que rodou o mundo na época - complementou.
No último dia 14, no jogo contra o Boavista, Lucas foi o responsável por bater o pênalti que concedeu a vitória ao Portimonense. Já estabilizado por lá, ele não descarta voltar ao Brasil, mas pretende cumprir seu recém-renovado contrato até 2024.
- Aqui eu tive minhas melhores oportunidades e minha família gosta muito de Portugal e da Europa, mas claro que um dia precisamos voltar para ficar perto da família. Por enquanto no meu horizonte só estão nossos próximos objetivos pelo Portimonense - finalizou.
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Vai lembrar como , o mulk mal jogou ja venderam