"O Tchê Tchê sempre foi um menino engajado. Ele sempre foi um menino sofrido e, ao mesmo tempo, um garoto de muita personalidade. Ele sempre soube se defender e ele tem uma boa formação, ele é um menino da periferia lá dos confins da Zona Leste, ele é lá de Guaianases o Tchê Tchê, mas ele deu a sorte de ter uma mãe e um pai muito presentes, então ele sabe, ele tem orgulho de ser quem ele é", afirma Diniz.
"Ele sempre teve esse orgulho, mas sempre tem essa ferida narcísica da discriminação que a gente sabe que o negro sofre no Brasil, não adianta a gente ficar tapando o sol com a peneira, e o Tchê Tchê sempre soube se posicionar, então agora não foi uma coisa de oportunismo, muito pelo contrário, ele é um menino super engajado, tanto é que você viu lá que ele tem uma tatuagem do Malcolm X, tem uma tatuagem do Martin Luther King, ele sabe do que ele está falando, daquilo que se inspira, ele sempre gostou do samba, ele sempre gostou do rap, então é um menino assim muito especial", completa o treinador do São Paulo.
Diniz afirma que viu também a entrevista do jogador com o ator Lázaro Ramos, exibida no mesmo dia da manifestação pelo Esporte Espetacular, e diz que se emocionou ao assistir à conversa entre eles. "Ele deu um show aí na entrevista que ele fez com o Lázaro Ramos, eu fiquei até emocionado de assistir, porque é um depoimento dos dois, de pessoas que conseguiram, cada um no seu segmento, romper padrões e de ter sucesso no Brasil", conclui o técnico.
São Paulo Fc, Tricolor, SPFC, Diniz
O que eu escrevi vale para qualquer protesto.Para falar em nome do São Paulo, já existe gente com poder para isso (ainda que ele seja um *******
Não vejo problema dele participar do protesto, DESDE QUE SEJA FALANDO POR ELE.Não entendo o drama.
O que não pode é chegar um arrombado qualquer lá e dizer que fala em nome da torcida inteira do São Paulo ou em nome do clube.Aí, não dá.
Tche- tche virando idolo