"Acho que não tem muito segredo. Existem jogadores que, na seleção, conseguem desempenhar de uma forma diferente. Eu era convocado para a seleção desde o sub-17, sub-18, então, eu sempre vesti a camisa da seleção. A camisa da seleção, para mim, nunca pesou, embora ela tenha o peso que tem. Eu, quando entrava, procurava desfrutar, mas eu nunca senti esse peso", disse Júlio Baptista.
"Todas as vezes que o Dunga me convocou, eu conseguia produzir de uma forma que ele encontrava o que buscava. Por isso, cada vez mais, eu sentia confiança e rendia mais com ele. Quanto mais confiança o treinador deposita no jogador, mais o jogador consegue render", completou.
Revelado pelo São Paulo, o ex-meia não escondeu o carinho pelo antigo clube:
"É um clube que sempre vai ficar na minha memória. É o clube que me revelou, que me ajudou a ser profissional. Eu devo tudo ao São Paulo. Vivi momentos espetaculares lá. Infelizmente, não pude dar mais ao São Paulo. Gostaria muito de ter conquistado um título importante, não tive a possibilidade. O sentimento que fica é o de gratidão", falou.
São Paulo FC, Tricolor, SPFC, Júlio Baptista
Elen representante a mudança de paradigma das nossaa bases, influenciadas pelo mercado europeu: jogador forte, alto, brucutu, etc. Júlio Batista foi exceção, pois sabia jogar bola.
Pouco jogadores como julho batista assume que é sao paulino d verdade como julho batista e rogerio julho batista mostrou que um futibol com raça ele orrou a camisa d sao paulo fc
É isso ai Júlio, gratidão ao clube que formou você como jogador, assim que tem que ser sempre...