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A explicação está na década de 1990. “À época da Parmalat, nós vivemos uma rivalidade enorme em cima do Palmeiras. Eu estava lá, ajudei na infra-estrutura médica. Depois disso, em 1994 e 1995, São Paulo com Telê e Palmeiras bicampeão brasileiro, criou-se uma rivalidade técnica muito grande. Havia um litígio entre o Telê e o Luxemburgo. Eles trocaram muitas farpas naquela época. Aquilo antipatizou demais o Luxemburgo no São Paulo. O clube manteve a imagem que o São Paulo jamais trabalharia lá”, finalizou Marco Aurélio Cunha.
Luxemburgo nunca negou que sempre quis treinar o São Paulo um dia. Hoje no Palmeiras, essas chances estão cada vez menor.
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São Paulo, marco aurelio cunha, luxemburgo, treinador
Mauro couto presta atenção aqui ê São Paulo. Assim como o LULA falou besteira e se corrigiu na sequência o seu presidente so fala ***** o tempo todo.
Besteira....rivalidade faz parte...tem que ser profissional...
O Luxemburgo é fã do Luladrão aquele que comemorou a chegada do Coronavirus
Tem uma vertente numa roda de amigos que o o motivo seria religioso ,todos sabem que o Luxa frequenta terreiro e que sua irmã é mãe de santo (não tenho preconceito contra nenhuma religião) que se consultava com babalorixá e isso sempre foi algo mal visto dentro do clube.
O Estado é laico ,clube é laico mas a maioria daqueles quase 300 conselheiros de famílias tradicionais não são ateus e não aceitam crenças tão diferentes .
Como mencionei antes isso foi uma suposição levantada numa "conversa de bar" pois o assunto do Luxemburgo não treinar o Tricolor alimenta a imaginação e cria teorias da conspiração.
Essa é só a opinião dele. Isso é coisa pessoal.