Procurado pela reportagem do UOL Esporte, Serafim pediu para dar explicações mais tarde. O São Paulo também ainda não fez nenhum pronunciamento sobre o episódio.
A reportagem apurou que ainda não há nenhuma definição sobre o substituto de Serafim, que era remunerado e, por isso, estava licenciado do conselho deliberativo. Ele esteve à frente do departamento jurídico no fim do último mandato de Juvenal Juvêncio e também na gestão de Carlos Miguel Aidar.
Na atual diretoria, Serafim foi oficializado como diretor-executivo em meados de 2017, pouco depois da eleição de Carlos Augusto de Barros e Silva. A nomeação foi criticada pela oposição, já que Serafim era um dos dirigentes que haviam assinado o contrato de comissão para a Far East Global, empresa que receberia gorda comissão na Era Aidar por teoricamente intermediar a chegada da Under Armour ao Morumbi.
No recente caso do hacker, teve papel ativo na operação que culminou nas pegadinhas que podem definir o responsável pelos vazamentos de documentos do clube.
São Paulo, Leonardo serafim, SPFC, Saída, Diretor Jurídico
Que fotinho... parece que está fazendo delação premiada
O próximo deve ser o manda-chuva mor Leco (vulgo).
Vsmos limpar a casa!