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O estatuto atual do São Paulo entrou em vigor em 2017 e constou com algumas mudanças importantes para o clube como:
Conselho de Administração: O São Paulo continua sob modelo presidencialista, mas tem um Conselho de Administração para definir as diretrizes e prioridades macro da gestão.
Diretoria profissional: As políticas de gestão definidas pelo Conselho de Administração são executadas por uma diretoria profissional, que teria de três a nove cargos remunerados, de acordo com critério do presidente.
Nova data para eleições: A eleição do São Paulo ocorria no mês de abril e agora passa a ser realizada em dezembro.
Conselho Fiscal: É composto por cinco integrantes, sendo que nenhum deles pode ser conselheiro (caso seja, ele teria de deixar o órgão) e todos necessariamente precisariam ser associados.
Participação dos associados: Mais representantes no Conselho eleitos pelos associados: de 80 para 100 conselheiros. Antes, 40 vagas eram ocupadas pelos mais votados entre os sócios, número que agora é de 75. Ou seja, quase dobra a participação de eleição de associados para integrar o Conselho.
Além disso, outras mudanças foram estudadas mas não entraram em vigor como o fim dos vice-presidentes.

Agora para 2021, o São Paulo planeja o fim do vice presidente eleito. A mudança que tem sido discutida pelos conselheiros é pela extinção da exigência por um vice na chapa e fazer com que a vice-presidência se torne um cargo de confiança. Ou seja, o presidente eleito passaria a nomear um vice com quem teria mais proximidade e confiança.
Os grupos políticos também discutem a possibilidade de retomar uma velha prática do São Paulo, que foi abolida justamente pelo novo estatuto a partir de 2017. Com a intenção de tornar a gestão do clube mais profissional, foram abolidas as vice-presidências das diretorias para que cada pasta principal fosse gerida apenas por diretores-executivos.
Com a mudança que pode ser proposta, os executivos continuariam a ter autonomia, mas com uma espécie de supervisão do vice-presidente da pasta, que não seria remunerado e viria do Conselho Deliberativo após nomeação. Os defensores dessa alteração alegam que esse é um passo atrás para depois dar dois passos para frente.
Outra mudança importante é no conselho de administração, algo que entrou em vigor em 2017. Atualmente, o presidente do Conselho de Administração é também o presidente da diretoria executiva, ou seja, Leco. Grupos políticos do São Paulo acreditam que isso tira o peso do CA, que deveria servir como uma espécie de auditoria interna ou como um filtro sobre as decisões do clube. A ideia que passou a ser discutida, então, é fazer com que haja uma eleição específica para escolher o líder do CA. Esse debate já dura mais tempo do que os demais citados acima e as fontes ouvidas pela reportagem acreditam que é a mudança mais viável de acontecer.
O que você torcedor, mais quer no novo estatuto do São Paulo?
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Parabéns lecco vc foi o pior presidente de toda a história do SPFC com o titulo da copa Mickey
Que os sócios torcedores possam votarem PRA ver se acaba com essas mesmice desses arquaico que estão no poder a anos destruindo o SP QUE foi referência e ultimamente suas administrações estão ultrapassadas
Separar futebol.. social.... nos socios torcedores poder votar. E acabar com a reeleição... e o principal.... o presidente que deixar dividas no clube tera q arcar do proprio bolso. Issp seria o principal... muitos iriam pensar 2x antes de sair gastando ou roubando p clube
Esse velho maligno maldito faliu o clube infelizmente
Sócio torcedor com direito a votos isso eles não têm interesse.