"Todas as famílias têm discussões. Acreditamos que foi o que aconteceu aqui", afirmou o profissional (ao centro na foto no fim da reportagem).
Ele tem no currículo as defesas do milionário Jeffrey Epstein (morto em agosto deste ano) e Robert Kraft, este último dono do New England Patriots, time da NFL, ambos acusados por crime sexual.
"Nós esperamos que os fatos venham a provar que o ocorrido foi um assunto privado de família e nenhum crime foi cometido", prosseguiu Goldberger.
Jean, que foi para os Estados Unidos passar férias com Milena e suas duas filhas, foi liberado da prisão na tarde desta quinta-feira sem pagar fiança e após assinar um compromisso com a Justiça estadunidense.
A sentença foi assinada pela juíza Amy Carter.
O atleta de 24 anos, que terá seu contrato rescindido pelo São Paulo, agora deve voltar ao Brasil.
Mais cedo nesta quinta-feira, o Boletim de Ocorrência do caso foi liberado na íntegra pela Justiça da Flórida - antes, várias partes do documento estavam suprimidas.
Sem as tarjas, foi possível identificar a versão que o goleiro deu ao oficial que atendeu ao chamado, o que as filhas disseram ter visto da briga e que foi algum funcionário do Hotel Marriot Fairfield, no qual a família estava hospedada, quem chamou a polícia.
"Jean me disse que então Milena o bateu na testa com a prancha de cabelo e depois o mordeu na coxa. Pedi para ele me mostrar o local e pude ver um pequeno ferimento na coxa", relatou o agente de segurança.
Na versão de Milena, o casal discutiu e ela se defendeu dos socos que levou de Jean com uma prancha de cabelo, a qual quebrou na cabeça do marido.
Outra parte importante que ainda não havia sido revelada é a de que o policial falou com as duas filhas do casal.
E elas confirmaram a ele que viram o pai dando socos na mãe.
São Paulo, Advogado, Jean, Violência doméstica