"A minha visão do jogo é muito positiva. O primeiro tempo foi excelente na parte técnica e tática, com reações rápidas na hora que perdia a bola. A base dos que saíram jogando estão treinando comigo desde que eu cheguei, tinha segurança. No segundo tempo, quando teve a injusta expulsão do Helinho, tivemos um domínio no sentido de ser um time cascudo com os moleques. Passou a ser um jogo mais mental, os meninos mostraram muita maturidade", disse Diniz.
Questionado sobre a possibilidade de usar uma equipe formada principalmente pelas categorias de base no Campeonato Paulista do ano que vem, Diniz desconversou. O treinador lembrou que o estadual também tem seu peso. No ano que vem, o São Paulo terá também no primeiro semestre a disputa da Libertadores, na qual começará direto na fase de grupos.
"Se eu precisar usar os jogadores (no Paulistão), usarei com a maior tranquilidade. O jogo sempre tem importância. Se você perde e joga mal, teria uma série de questionamentos. Esse era o melhor time que tinha para vir hoje", avaliou.
"Não sei se esse é o melhor cenário, usar a base no estadual. O Jorge Jesus não poupou ninguém. O estadual também serve para preparar para outras competições. O estadual de São Paulo é o mais competitivo, e a torcida espera que sejamos competitivos e briguemos pelo título. Mas se tiver que fazer, farei com a maior naturalidade", completou o treinador.
Diniz ainda elogiou a decisão do clube de manter Raí como diretor de futebol para 2020. "O meu sentimento em relação ao Raí é de que a gente fica mais tranquilo, é uma energia muito positiva, nossa sintonia é muito forte, nos damos muito bem. O Raí, diferente da maioria das pessoas aqui no clube, é um ícone no São Paulo. Além de ser um cara extremamente inteligente, está lá sempre nos ajudando. Foi um acerto muito grande a permanência do Raí".
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