Raí e Fernando Diniz ganharam uma boa e uma má notícia do São Paulo nas últimas horas. A boa é que os dois estão garantidos no clube para 2020. A má é que eles terão bem menos dinheiro para gastar com o departamento de futebol a partir de 1º de janeiro.
Tudo porque o Conselho de Administração do Tricolor só aprovou o planejamento orçamentário depois de um corte de R$ 32 milhões no futebol em relação à primeira peça, apresentada pelo presidente do clube, Carlos Augusto de Barros e Silva, o Leco. Somente após tal redução que a projeção acabou aprovada, e por unanimidade.
Até Roberto Natel, membro mais crítico à gestão de Leco dentro do Conselho de Administração, endossou o novo documento, que também exige um crescimento em mais de R$ 20 milhões nas receitas gerais do São Paulo, incluindo, por exemplo, o marketing.
Também ficou acertada a redução de custos em todos os outros departamentos do Tricolor. A ideia é diminuir em 50% a dívida bancária do São Paulo no fim de 2020. E haverá fiscalização periódica em cima de todos os setores, para o cumprimento das metas - em especial no futebol.
Tudo para evitar que se repita o 2019, em que o Tricolor gastou mais de R$ 80 milhões somente em reforços, corre o risco de fechar a temporada com um déficit superior a R$ 100 milhões e tem como maior alegria uma sexta colocação no Campeonato Brasileiro - ao menos, a posição garantiu vaga na fase de grupos da Libertadores do próximo ano.
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