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Então apenas sócio do São Paulo, em 2015, Pinotti emprestou ao clube 4,2 milhões de euros (R$ 12,7 milhões na cotação da época) para que fosse possível fechar a contratação de Ricardo Centurión por quatro anos - sendo que o Tricolor ficou com 70% dos direitos do atleta. O clube era presidido neste período por Carlos Miguel Aidar. Em 2017, o time brasileiro fechou a venda do jogador argentino para o Genoa, da Itália, por 3,5 milhões de euros (R$ 12,96 milhões na cotação da época), o clube ainda tinha direito a 10% em uma futura transferência do argentino.
Essa é mais uma dívida de gestões anteriores que ficou de herança. O clube vive um momento turbulento complicado. Segundo relatório da diretoria, o São Paulo tem déficit acumulado somente até agosto deste ano de aproximadamente R$ 77 milhões. O Tricolor paulista admitiu ainda débitos da contratação de Ricardinho (R$ 30 milhões) e com CET (R$ 25 milhões).
O São Paulo acertou em 2017 - ano em que Pinotti assumiu o cargo de diretor executivo e Carlos Augusto de Barros e Silva, o Leco, ganhou a eleição presidencial - o parcelamento da dívida. O clube teria de pagar 60 parcelas até o fim de 2021 para o executivo. Desta maneira, restam ainda mais R$ 8,4 milhões para serem desembolsados nos próximos dois anos.
Como você torcedor, enxerga as finanças do São Paulo?
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