São-paulino Wellington se recupera
Fonte UOL/MENON
8 de Abril de 2013
Vejamos o caso de Wellington, do São Paulo. Garoto vindo da base, sofreu uma contusão grave e algumas ótimas partidas. Em um de seus primeiros jogos, anulou Conca, então grande destaque do Fluminense. Estavam aí os elmentos para se firmar e virar ídolo.
Não deu certo. É um jogador útil, sem dúvida, mas – e ele mesmo reconhece – não aprendeu a apoiar, chutar e cabecear (o que pode ser perdoado), que são qualidades imprescindíveis para um volante moderno.
Contra o Botafogo, ele deu um passo rumo à redenção. Aproveitou-se que havia apenas 19 jogadores em campo – 10 do São Paulo e nove do Botafogo – e não se intimidou ao ver um grande latifúndio à sua frente. Pegou a bola e foi para o ataque. Chegou perto da área do Botafogo, tocou para Aloísio e se apresentou para fazer o gol. Perfeito. Aloísio preferiu finalizar, mas a jogada de Wellington foi a melhor do jogo.
Foi um sinal de que pode melhorar. Pode crescer. Não deve ficar sempre restrito a carrinhos e passes curtos, o cardápio básico de volantes que passam pelo futebol e são lembrados apenas pelo suor deixado em campo e por um ou outro cartão vermelho.

Foto : site oficial
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