São Paulo, SP, 13 (AFI) - O Corinthians tem uma carta na manga para acertar a contratação de Luís Fabiano. Segundo pessoas ligadas à diretoria, a proposta de 7 milhões de euros (R$ 15,2 milhões) será mantida, mas o Timão aguarda um desfecho judicial que pode tirar o atacante do Sevilla.
Luís Fabiano tem 65% de seus direitos federativos presos ao fundo de investimento RIO, e somente 35% ligado ao Sevilla. O clube e o fundo de investimento têm um acordo, de que propostas acima de 11 milhões de euros (R$ 24,1 milhões) devem ser aceitas pelo time espanhol.
No entanto, o Sevilla não cumpriu o acordo ao rejeitar as ofertas de Milane e Olympique de Marselha, que ofereceram 14 e 15 milhões de euros (R$ 30,7 e R$ 32,9 milhões), respectivamente. Assim, o RIO entrou na Justiça e o Sevilla foi condenado a pagar 9 milhões de euros ao fundo de investimento.
O Corinthians acredita que, com a condenação do clube, seria mais fácil concretizar a contratação de Luís Fabiano. Assim, o clube receberia 7 milhões de euros e teria que arcar somente com mais 2 milhões, referentes à multa.
Luís Fabiano é o principal desejo do Corinthians para a Libertadores de 2011. Antes dele, a diretoria confirmou a contratação de três reforços: o zagueiro Wallace, o lateral esquerdo Fábio Santos e o meia Luis Ramirez. O próximo a ser anunciado deve ser o atacante Willian, que estava no Figueirense.
Problema na Justiça pode colocar Luís Fabiano mais perto do Corinthians
Sevilla tem problemas financeiros e pode aceitar proposta alvinegra
Fonte Futebol Interior
13 de Janeiro de 2011
Avalie esta notícia:
7
90
VEJA TAMBÉM
- Quem é Amanda Nunes: a advogada que viabilizou o impeachment e entrou para a história do São Paulo- ALISSON POR MARTINEZ? O que cada lado ganha na negociação entre os rivais
- Novo presidente do São Paulo convoca elenco para reunião decisiva em sua estreia na gestão
- COBRADO AO VIVO! Massis assume São Paulo e já é cobrado por líder de organizada em momento de tensoo
- Quem é Harry Massis Júnior? Conheça o novo presidente do São Paulo, após saída de Julio Casares