A crise girou em torno de um acordo com a Seguros Unimed, avaliado em cerca de R$ 45 milhões por três anos, para exposição da marca na barra traseira da camisa. O problema surgiu por causa de uma comissão de R$ 4,5 milhões prevista para uma intermediadora, o que gerou resistência dentro do Conselho e da presidência.
A situação escalou rapidamente nos bastidores, com divergências diretas entre o diretor e a cúpula do clube. A proposta acabou sendo retirada de pauta após discussões intensas, abrindo caminho para o rompimento definitivo.
Mesmo com a saída, Toni negou qualquer irregularidade e defendeu sua gestão, destacando que não houve desvio ou ilegalidade nos contratos firmados durante seu período no clube.
Durante sua passagem, iniciada em 2021, o executivo foi responsável por mudanças importantes no marketing do São Paulo, incluindo crescimento expressivo de receitas, novos patrocinadores e acordos comerciais relevantes.
Nos bastidores, o episódio expõe mais um capítulo de tensão política interna no clube, que pode impactar diretamente futuras negociações comerciais e estratégias de arrecadação.
Agora, o São Paulo busca reorganizar seu departamento de marketing em meio à necessidade de manter receitas altas e estabilidade institucional, especialmente em um cenário de disputa cada vez mais acirrada no mercado de patrocínios.
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Virou uma zona! Acabaram com o São Paulo ????
Será que ele, ( Toni ) não levava uma parte dessa comissão ??? e se for verdade, Já ocorre faz muito tempo...