O São Paulo FC enfrenta um momento conturbado com a notificação formal ao zagueiro Arboleda, exigindo sua reaproximação ao CT da Barra Funda em um prazo de 24 horas. A ausência do jogador, que se prolonga desde o último sábado, gerou um desgaste significativo entre a diretoria e o atleta, impossibilitando até o contato por parte de seu empresário.
Internamente, o clima é de tensão, exacerbado por descontentamentos do defensor com a gestão do diretor de futebol, Rui Costa. Arboleda, que viajou sem aviso prévio para o Equador, foi flagrado em eventos sociais e não retornou ao Brasil, o que piorou ainda mais sua situação no clube.
A ausência do jogador se mostra problemática para a organização tática do time, que já lida com outros desfalques importantes, como Alan Franco, Sabino e Dória, todos salvo por lesões. O cenário defensivo do São Paulo se complica à medida que a equipe se prepara para estrear na Copa Sul-Americana, exigindo uma gestão mais eficaz do elenco por parte do técnico Roger Machado.
A partir do momento em que as administrações do futebol e o departamento jurídico avaliaram a possibilidade de rescisão unilateral do contrato, o clube poderá recorrer à FIFA caso não haja um posicionamento de Arboleda. Essa alternativa poderá colocar o atleta em uma situação vulnerável, com possíveis implicações financeiras em decorrência de uma multa contratual prevista.
Com contrato vigente até 2027, o defensor, que se tornou um dos pilares do elenco após sua chegada em 2017, já experimentava uma diminuição em sua participação na equipe atual, acumulando apenas 11 jogos nesta temporada. A evolução desse caso terá implicações diretas no contexto competitivo do time, que busca melhorar sua posição na tabela e consolidar um padrão de desempenho mais sólido.
Tentam negociar com o time que ele quiser jogar, só não pode reforçar o adversário de graça.