O São Paulo Futebol Clube vive um momento preocupante dentro de campo, e um dado recente escancarou ainda mais a queda de rendimento da equipe comandada por Roger Machado. Na derrota para o Palmeiras, o Tricolor atingiu uma marca que não acontecia há anos — e que gerou forte reação da torcida.
Pela primeira vez desde 2021, o São Paulo não conseguiu sequer acertar uma finalização no gol adversário atuando no Morumbi. Ou seja, durante os 90 minutos, o time não exigiu nenhuma defesa do goleiro rival, algo extremamente incomum para um clube com tradição ofensiva.
A última vez que isso havia ocorrido foi em um empate sem gols contra o Atlético-MG, ainda pelo Campeonato Brasileiro daquele ano. Desde então, o Tricolor mantinha ao menos um nível mínimo de agressividade ofensiva em casa — sequência que foi quebrada justamente em um clássico.
O número não surge por acaso. Ele é reflexo direto de um problema que vem se repetindo nas últimas partidas: a dificuldade do São Paulo em transformar posse de bola em chances reais de gol. Mesmo com controle territorial em alguns momentos, a equipe mostra pouca criatividade e eficiência no ataque.
Outro dado que reforça essa tendência é o alto número de cruzamentos errados. O time até tenta chegar ao gol adversário, mas esbarra na falta de precisão, infiltração e jogadas trabalhadas, tornando o ataque previsível e facilmente neutralizado pelos adversários.
Diante desse cenário, a pressão sobre Roger Machado aumenta ainda mais. Mais do que o resultado do clássico, o que preocupa são os sinais claros de um time que perdeu identidade ofensiva e poder de decisão.
Palmeiras (Derrota 0x1): O São Paulo teve 63% de posse de bola, mas finalizou poucas vezes, forçando apenas uma defesa do goleiro adversário.
Atlético-MG: O time de Roger teve três finalizações ao alvo.
Para mudar esse panorama, o São Paulo precisará reagir rapidamente. Ajustes táticos, recuperação de confiança e, principalmente, soluções criativas no ataque serão fundamentais para evitar que números como esse voltem a se repetir — algo que a torcida já deixou claro que não aceita.

O cara nem teve tempo pra nada, esperem ao menos 10 partidas, aí pode fazer uma análise clara. O cara estava ameaçado antes mesmo de estrear, isso é piada.
professor pardal não sabe nada de futebol
A pressão não deveria cair só nele. Quem contratou ? Esse é o primeiro a ser demitido