Acusações e Bastidores Políticos
A disputa trouxe à tona detalhes sobre a transição de gestões no clube:
Saques Indevidos: O São Paulo sustenta que a FGoal realizou retiradas não autorizadas, o que invalidaria o contrato que originalmente iria até 2029.
Interferência na Social: A empresa alegou que possuía autorização verbal de diretores da gestão anterior para operar também no clube social, apresentando até transcrições de conversas que sugeriam motivações políticas para o seu afastamento.
Nova Operação: Atualmente, as transações de consumo no estádio são geridas pela empresa Zig, garantindo uma taxa de 3,5% sobre as operações e maior controle sobre o fluxo de caixa do MorumBIS.
Transparência e Próximos Passos
A desistência da FGoal é vista pela gestão de Harry Massis Júnior como uma validação do novo compliance do clube:
Segurança Contratual: O São Paulo reafirma que acordos verbais de gestões passadas não sobrepõem as cláusulas escritas, priorizando a legalidade em todos os serviços terceirizados.
Investigação Interna: Mesmo com a ação retirada, o clube continua auditando os valores e transações do período em que a FGoal operou para garantir que não houve prejuízo aos cofres tricolores.
Foco no Torcedor: A prioridade agora é garantir que o serviço de alimentação no estádio e no clube social funcione com eficiência máxima, sem os ruídos administrativos que marcaram as últimas semanas.
O São Paulo encerra esta sexta-feira com um alívio financeiro e moral. A economia de mais de R$ 5 milhões em uma possível indenização reforça o caixa para investimentos no futebol profissional e consolida a imagem de uma diretoria que não teme romper com velhas práticas. Com o jurídico em ordem, o Tricolor foca todas as suas energias no gramado para defender a liderança do Brasileirão no próximo domingo.
