O São Paulo apresentou um novo panorama sobre sua situação financeira envolvendo o pagamento do elenco profissional. Segundo o diretor executivo de futebol, Rui Costa, os salários registrados em carteira (CLT) e os direitos de imagem mais recentes estão sendo pagos de forma regular pela atual gestão.
De acordo com o dirigente, o clube quitou integralmente os valores referentes aos meses de janeiro e fevereiro. A prioridade da diretoria é manter os pagamentos em dia para garantir estabilidade no ambiente interno e tranquilidade ao elenco.
A nova estratégia financeira também estabelece um cronograma fixo para os vencimentos. Os salários sob regime CLT continuarão sendo depositados até o quinto dia útil de cada mês, enquanto os direitos de imagem passarão a ser pagos sempre no dia 30.
O objetivo da medida é criar maior previsibilidade para os jogadores e evitar novos atrasos que possam gerar desgaste no relacionamento entre atletas e clube.
Além de regularizar os pagamentos atuais, o São Paulo também formalizou um acordo para quitar débitos antigos relacionados aos direitos de imagem. Os valores pendentes, referentes principalmente ao final da temporada passada, serão parcelados em dez vezes.
Os pagamentos ocorrerão entre março e dezembro deste ano. Cada repasse mensal incluirá o valor atual do mês mais uma parcela do acordo firmado com os atletas.
A negociação foi conduzida em diálogo direto com o elenco, que aceitou a proposta apresentada pela diretoria após reuniões para detalhar a situação financeira do clube.
O gerente de futebol Rafinha teve papel importante nesse processo de conversa com os jogadores. Internamente, a postura de transparência adotada pela gestão foi vista como fundamental para que o acordo fosse aceito.
A reorganização financeira faz parte de um plano mais amplo liderado pelo presidente Harry Massis, que busca reduzir despesas e equilibrar as contas do clube.
Entre as medidas adotadas estão cortes administrativos e ajustes em departamentos internos. A expectativa da diretoria é gerar uma economia aproximada de R$ 4 milhões até o final de 2026.
Mesmo assim, os direitos de imagem seguem sendo um dos principais desafios financeiros do clube. Em alguns casos, os atrasos chegaram a variar entre dois e quatro meses.
A expectativa da diretoria é que o novo cronograma de pagamentos e o acordo firmado com o elenco contribuam para manter um ambiente mais estável no vestiário ao longo da temporada.
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posso até está enganado mais esse Rui tem as fusas de mais um desses **** retas que estão afundo o são Paulo e parrese que já começou, mandando o Crespo ir embora e trazendo esse que nunca ganhou títulos de expressão
Precisa acabar ou ao menos dividir em 2 esse "direito de imagem". Afinal que direito de imagem existe quando o jogador não joga ou não performa. Tem que uma parte grande da remuneração ser ligada a performance. Se não entregou não ganha. Se o time não ganha nada, os jogadores devem ganhar menos. Ninguém vai querer jogar no São Paulo? Hoje muitos já não querem, mas recebem salário gigante de qualquer forma. Isso não existe em qualquer outro segmento. Precisa mudar urgente.