A tão esperada reforma administrativa no São Paulo, prometida para modernizar a gestão do clube, encontrou um obstáculo financeiro quase intransponível herdado da era Julio Casares. Apurações recentes indicam que o motivo para a gestão Massis não ter avançado na substituição de cargos-chave é o custo proibitivo das multas contratuais dos executivos e suas respectivas equipes, que somadas ultrapassam a marca de R$ 50 milhões. O cenário revela uma inflação salarial sem precedentes na história do Morumbi, com secretarias recebendo valores acima de R$ 20 mil mensais e assessores de confiança com direitos rescisórios milionários.
Casos como o do ex-CEO Márcio Carlomagno, que custou mais de R$ 600 mil em multa, e de seu assessor Moisés Assayag, que tem a receber mais de R$ 1,3 milhão, ilustram o tamanho do rombo. Essa estrutura de blindagem financeira impede que a nova diretoria realize a limpeza administrativa desejada, mantendo o clube refém de contratos que agora são apelidados internamente como uma verdadeira "herança maldita", gerando suspeitas e indignação entre conselheiros e torcedores.
CASARES COLOCA O MARIZ DE PALHAÇO! CORRUPTO! BELA EDUCAÇÃO QUE GANHOU DOS PAIS....
Tinha que sair do bolso desse ladrão desgraçado
Vagabundo, sai do clube pela porta de trás, continua ******* o tricolor, tranca neles
É de fato um absurdo ainda ter multa para gestão com péssima performance, além de diferentes investigações de desvios e irregularidades.