O São Paulo enfrenta uma corrida contra o tempo para otimizar sua equipe e evitar contratempos ao início da temporada. Com uma sequência de jogos desafiadores pela frente, como o clássico contra o Palmeiras e a estreia no Campeonato Brasileiro contra o Flamengo, a margem para erros é mínima. A equipe chega a essa fase já marcada por uma derrota para a Portuguesa, evidenciando um time apático que lutou para lidar com a pressão, mesmo confrontando um adversário considerado inferior tecnicamente.
As falhas defensivas, a baixa intensidade e a escassez de opções de criação em campo acendem um alerta vermelho na gestão do clube, especialmente com compromissos cada vez mais exigentes bem à frente. Em meio a um contexto de turbulências políticas, a nova administração de Harry Massis carrega a responsabilidade de destravar situações que impedem o avanço nas movimentações de mercado e na montagem do elenco.
O técnico Hernán Crespo se vê diante do desafio de ajustar a equipe, experimentando diferentes esquemas. No 4-3-3, por exemplo, conta com Lucca e Ferreira como principais opções nas extremidades, aumentando o risco de lesões devido ao desgaste físico em um calendário apertado. O receio de perder jogadores fundamentais por contusões se torna uma preocupação real, uma vez que as alternativas disponíveis no banco de reservas são limitadas.
Além disso, a diretoria definiu como prioridade a Copinha, envolvendo os jovens talentos de Cotia, o que restringe ainda mais o uso de atletas da base no atual momento. Dessa maneira, Crespo deve gerenciar um elenco reduzido, sem a possibilidade de contar amplamente com os garotos do Sub-20. Jogadores como Paulinho estão em evidência, mas ainda não há garantia de que possam ser utilizados a curto prazo.
O grande desafio é atravessar essa intensa maratona inicial e, em seguida, enfrentar ainda mais confrontos difíceis, como os jogos contra Primavera e Ponte Preta. A intenção é evitar a repetição de problemas físicos que marcaram a última temporada. Como Hernán Crespo costuma ressaltar, o time é como um veículo prestes a entrar em pista, mas que ainda precisa de calibragem para garantir a estabilidade necessária.
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