Recentemente, Carlos Belmonte deixou o cargo de responsável pelo futebol do São Paulo, após anos acumulando críticas dos torcedores. As principais reclamações estavam centradas nas questões financeiras do clube, que enfrentava uma dívida crescente, estimada para ultrapassar R$ 1 bilhão em 2025. Para conter essa situação, a diretoria optou por cortar gastos e priorizar a venda de jogadores, resultando na saída de jovens talentos como William Gomes, Matheus Alves e Lucas Ferreira, todos considerados promissores, mas negociados por valores baixos devido à necessidade premente de recursos financeiros.
Em uma entrevista exclusiva à ESPN, Belmonte esclareceu que a decisão foi tomada em conjunto com a presidência do clube e insistiu que a venda de atletas era o único caminho viável para alcançar um superávit. Embora entendesse as preocupações sobre os valores das vendas, ele ressaltou que a realidade do mercado leva em conta a situação financeira do São Paulo, com propostas geralmente mais baixas em momentos de crise. "É uma lei de oferta e procura," afirmou, explicando que cada decisão foi discutida em grupo e nunca tomada unilateralmente.
Belmonte expressou sua inconformidade com a chamada "venda da base", numa possível parceria com o empresário Evangelos Marinakis, que pretendia investir nas categorias inferiores em troca de percentuais nos passes dos jogadores. "Cotia é nossa mina de ouro," destacou ele, enfatizando que já havia vendido 230 milhões, quase tudo proveniente da base, e que não aceitava abrir mão de percentuais por valores adicionais que não justificavam o risco. Ele revelou que seu desejo era manter os jovens jogadores por mais tempo, permitindo um maior desenvolvimento antes de uma eventual venda, mas reconhece que a situação financeira exigia recursos imediatos.
No que diz respeito ao plantel atual, Belmonte comentou sobre as dificuldades enfrentadas com lesões de veteranos, que enfraqueceram a equipe. Embora tivessem priorizado a contratação de jogadores sem custos de transferência, alguns se machucaram, afetando o desempenho geral. "Tivemos problemas desde o início com diversos jogadores, o que limitou nossas opções. Contudo, se conseguirmos manter nossos bons atletas saudáveis e tivermos apenas algumas adições qualçadas na próxima temporada, poderemos ter um time mais forte," avaliou ele.
Sobre as lesões, Belmonte refutou a ideia de que foram mero "azar", enfatizando que muitos problemas foram traumáticos e não musculares. Com um olhar esperançoso para o futuro, ele destacou a importância da recuperação de jogadores como Lucas e Oscar, este último um reforço crucial para 2025, que enfrentou problemas de saúde graves. Belmonte expressou seu desejo de que Oscar pudesse retornar a campo, mas ressaltou que a prioridade deve ser a saúde e o bem-estar do atleta.
O São Paulo ainda tem duas partidas pela frente nesta temporada, com a expectativa de que a equipe consiga mostrar uma performance positiva a partir das lições aprendidas ao longo do ano. "Espero que, na próxima temporada, possamos colocar todos os bons jogadores em campo juntos e dar continuidade ao nosso desenvolvimento," finalizou Belmonte, demonstrando otimismo em relação ao futuro do clube.
***** DA MESMA FOSSA
Esse lixo é tão incompetente quanto esse blogueirinho do casares
fez a ***** e pulou do barco
vende os jogadores da base a preço de banana nao sabem vender ou melhor o cassares e um bandido mercenário vendendo os moleques da base e o dinheiro some
tomara que seja só na torcida e não na presidência