Vivendo um momento financeiro delicado, o São Paulo marcou para o dia 18 deste mês a apresentação de três novos contratos de empréstimos bancários que o clube tenta adquirir. Eles serão analisados pelo Conselho Deliberativo do clube, que vai decidir se aprova ou não os pedidos. Desta vez, os bancos usados foram Daycoval, Tricury e Rendimento.
O São Paulo vai começar a debater na terça-feira, dentro do Conselho de Administração, a possibilidade de separar o clube social do futebol. É o primeiro passo para, em um futuro, se transformar numa SAF (Sociedade Anônima do Futebol). O debate entre os membros do conselho vai se basear em um estudo recém entregue pela Alvarez Marçal, consultoria contratada pelo Tricolor para apresentar prós, contras e alternativas sobre o tema. O documento foi concluído na última sexta-feira, após meses de trabalho.
Antes de fechar com o Bahia, o Grupo City fez uma série de reuniões com clubes interessados em se transformar em uma SAF (Sociedade Anônima de Futebol). Vários times foram analisados. O Atlético-MG, por exemplo, foi descartado logo de cara. O São Paulo, por sua vez, chegou a ser olhado com mais atenção e passou dos primeiros encontros, mas foi descartado posteriormente por alguns motivos que o blog explica a seguir. O primeiro fica na parte econômica.
Os gringos estavam dispostos a investir algo em torno de R$ 1 bilhão no período de 15 anos. Antes mesmo de abrir papo com o São Paulo, eles reconheceram que esse valor não seria o suficiente para comprar os 90% do time do Morumbi que acabaram fechando pela equipe de Salvador. Na Fonte Nova, essa quantia vai ser dividida em R$ 500 milhões em compra de jogadores, R$ 300 milhões para dívidas e R$ 200 milhões que seriam distribuídos de várias formas. Casares disse na mídia que o City não chegou a conversar com o São Paulo diretamente.
Nos próximos dias, em meio aos passos rumo à SAF, o São Paulo também receberá o resultado encomendado do estudo para verificar seu valor no mercado.
Enquanto isso... O empréstimo do Daycoval, no valor de US$ 946 mil (R$ 4,8 milhões), feito em agosto, tem vencimento para dezembro deste ano. A garantia que o Tricolor deu foi o dinheiro que tem a receber pela venda de Marquinhos ao Arsenal, da Inglaterra. Já no banco Tricury, o clube do Morumbi pegou R$ 9 milhões com vencimento em fevereiro de 2023. Como garantia, deu o valor que tem a receber por Rigoni, vendido ao Austin FC, dos Estados Unidos. O contrato com o banco rendimento, no valor de R$ 5 milhões, com vencimento em março de 2023, tem como garantia as contribuições dos associados do clube.
Nos próximos dias, o SPFC.Ned vai explicar em uma série de notícias os empréstimo do SPFC. Era mesmo necessário?

Clube arcaico... Dirigentes horrorosos ( o sr. Lecu foi o pior de todos os tempos). Pq ninguem fala desse sujeito.. Não há outra solução. Tem q ter saf.. Quebraram o q antes era exemplo
nao ha outra alternativa
Com tantas dívidas que o casares não consegue pagar,e ainda promessas feitas para pagar os jogadores e não cumpridas,o jeito é entrar no saf o quanto antes,porque com esta má administração do casares,o clube fechara as portas no ano que vem..
Mais de 700 milhões é a dívida do SPFC acumulada nos últimos 10 anos em função da soberba, incompetência e corrupção dos dirigentes.
É mais fácil acreditar em Papai Noel do que o SPFC se transformar em SAF.
Banco Tricury é do André Cury? Tenho certeza que sim...
Pegou empréstimo mas pelo menos pagou tudo que deve aos jogadores?
Não sou muito a favor de uma SAF, mas diante dessa divida impagável, não vejo outra alternativa a médio prazo
Essa questão da Saf tem que avaliar certinho, com calma e nao vender a Saf a preço de banana
Diretoria: honestidade é a razão de um bom trabalho.
Saf ja, mas nao por esmola.
Saf concertesa
SAF já