Há pouco mais de um mês em Old Trafford, o brasileiro Antony tem sido um dos destaques da inconstante equipe de Erik Ten Hag neste início de 2022/23. Ao todo, o reforço de R$ 500 milhões soma seis partidas e três gols marcados com a camisa dos Red Devils. A chegada de Antony ao novo clube foi um dos grandes destaques do último mercado de transferências. O atacante se tornou o terceiro brasileiro mais caro de toda a história e fez a alegria do São Paulo, clube que o revelou ao futebol mundial e que recebeu mais de R$ 191 milhões, somando a venda direta ao Ajax, ainda em 2020, e o quanto teve direito a receber com a ida dele ao United.
Responsável pela negociação de saída de Antony ao clube holandês em 2020, Alexandre Pássaro, ex-gerente executivo do São Paulo, conversou com a ESPN e explicou como foi a conversa de dez dias com os holandeses e como conseguiu impor a cláusula de mais-valia, além da porcentagem de solidariedade da Fifa, no contrato de venda.
“Pelo Antony, eles queriam 3,5 milhões de euros em 2018, quando ele ainda estava na base. Nós negamos. Eles continuaram namorando até o final de 2019 e seguramos a venda até janeiro de 2020. Em fevereiro, fui para Amsterdã e foram dez dias de negociações”, iniciou.
“A gente entendia que era o momento de capitalizar e realizar o desejo do atleta de sair, deixando uma garantia para o futuro. A gente escolhe o modelo de negócio para situações e vemos hoje que foi o mais correto a se fazer. Ficamos muito felizes com o que o Antony vem vivendo”, disse o dirigente. Pássaro explicou ainda que não são todas as negociações que devem ter a cláusula de mais-valia, principalmente em casos de acordo com times gigantes da Europa.
forço de R$ 500 milhões soma seis partidas e três gols marcados com a camisa dos Red Devils.
A chegada de Antony ao novo clube foi um dos grandes destaques do último mercado de transferências. O atacante se tornou o terceiro brasileiro mais caro de toda a história e fez a alegria do São Paulo, clube que o revelou ao futebol mundial e que recebeu mais de R$ 191 milhões, somando a venda direta ao Ajax, ainda em 2020, e o quanto teve direito a receber com a ida dele ao United.
Responsável pela negociação de saída de Antony ao clube holandês em 2020, Alexandre Pássaro, ex-gerente executivo do São Paulo, conversou com a ESPN e explicou como foi a conversa de dez dias com os holandeses e como conseguiu impor a cláusula de mais-valia, além da porcentagem de solidariedade da Fifa, no contrato de venda.
“Dependendo da negociação, alguns clubes rejeitam este percentual. Precisa ver para qual clube o atleta está indo. Por exemplo, se ele vai para um Chelsea ou Manchester United, é melhor não segurar praticamente nada por que eles não costumam vender. O atleta que vai bem, fica. O que vai mal, é vendido mais barato”.
Na ida de Antony ao Ajax, o São Paulo recebeu R$ 95,3 milhões, valor inferior ao que o clube tem a receber de mais-valia e mecanismo de solidariedade com a transferência do atacante ao Manchester United. Pássaro explica que o futebol brasileiro vive uma ‘desvantagem’ em relação aos europeus e por isso é tão difícil conseguir quantias muito altas em vendas diretas.
“É difícil conseguir um valor muito alto de negociação no Brasil. Os clubes têm demanda de receita, os europeus e os empresários sabem disso e não sobem demais o valor. Existem muitos atletas que às vezes não estão sendo utilizados e podem render boas receitas ao clube. Quando o atleta vem da base, o poder de venda é ainda maior”, finalizou.

e ainda esses torcedores ajudando essa diretoria podre a lucrr
Boa estratégia essa. SP sempre vendeu bem, ultimamente tem contratado muito mau.
Por isto lutam tanto pra serem presidente novamente, corre muita grana pra todos e sem Auditoria. E as torcidas se omitem, por motivos óbvios.
Vão enganar a ***