Em 2017, Rogério Ceni já havia treinado o São Paulo por um curto período. Foi o primeiro trabalho do ídolo tricolor como técnico, sendo demitido após cinco meses.
Correndo um grande risco de rebaixamento no Brasileirão após a conquista do Campeonato Paulista de 2021, a diretoria são-paulina decidiu apostar em Rogério Ceni para ser o sucessor de Hernán Crespo com uma missão: escapar do tão temido descenso e sonhar com um 2022 mais tranquilo.
O objetivo foi cumprido. Rogério Ceni terminou a temporada passada levando o São Paulo para a Copa Sul-Americana e logo nos primeiros meses de 2022 chegou à final do Campeonato Paulista, vencendo o Palmeiras de maneira convincente no jogo de ida, por 3 a 1, mas participando de uma derrota vexatória na volta, no Allianz Parque, por 4 a 0, perdendo o título de forma trágica.
A queda foi grande após deixar escapar uma conquista tida como bastante encaminhada, mas Rogério Ceni e seus comandados deram a volta por cima e chegaram longe em outras duas competições neste ano.
Na Sul-Americana, o São Paulo previa chegar até a final e confirmou essa expectativa, mesmo aos trancos e barrancos, com classificações nos pênaltis nas quartas de final, contra o Ceará, e na semifinal, contra o Atlético-GO. Na decisão, porém, o Tricolor novamente desperdiçou a oportunidade de levantar uma taça, sendo derrotado pelo Independiente Del Valle, do Equador, por 2 a 0, em Córdoba, na Argentina.
Já na Copa do Brasil o São Paulo chegou até a semifinal, eliminando o Palmeiras nas oitavas de final, em pleno Allianz Parque, se vingando da derrota na decisão do Paulista. Mas, contra o Flamengo, o Tricolor não conseguiu evitar a eliminação, ainda que tenha sido superior no jogo de ida, no Morumbi.
Restando poucos jogos para o fim da temporada, é justo afirmar que Rogério Ceni transformou o São Paulo em um time competitivo, apesar da falta de títulos. No Brasileirão o Tricolor não vem bem, é verdade, mas, mesmo disputando boa parte do torneio com uma equipe alternativa, já que priorizou as Copas, ainda há chance de se classificar para a Pré-Libertadores.
Diferentemente do Flamengo, seu último trabalho antes de assumir o São Paulo, Rogério Ceni tem de lidar com uma série de limitações, sobretudo financeiras, à frente do clube do Morumbi. A tarefa não é nada fácil para um profissional que se acostumou a levantar títulos importantes ao longo de sua carreira como jogador e também nessa curta trajetória à beira do campo.

Um ano perdido... conseguiu não ganhar nada ..
competitivo foi,mas quando era jogador
Um ano de devoções e frustrações.Fora Casares e bando de pilantras.
Todos times que participaram das semi finais foram competitivos, mas o São Paulo não conquistou nenhum título, novamente Rogério usando da demagogia e usando seu nome do passado. Com 01 ano de casa e este técnico não definiu os titulares, teve somente 12 contratações a maioria sugerida por ele e foi esta vergonha. Um time mal treinado, mal escalado e mal substituido. Este técnico quer ganhar mais tempo atribuindo a culpa pelo fracasso ao elenco, e ele como sempre saindo na tangente. É insuportável saber que ele continuará fazendo lambanças no elenco como escalando o Neves de primeiro volante, sendo que ele seria um ótimo meia direita avançado. Luan contínua no banco e Maia jogando abaixo do esperado, Leo Pele de titular e Ferraresi no banco. E ninguém desta morta diretoria encherga estes acúmulos de erros..
Competitivo aonde? Disputou duas finais e perdeu as duas, não consegue ENTRAR no G8 do Brasileiro. O CRESPO com um time pior e remendado pelas contusões, disputou uma FINAL e foi CAMPEÃO DEPOIS DE MUITOS ANOS, aí essa DIRETORIA GOLPISTA inventa de manda-lo emborampara trazer essa Porcaria de PROTOPICO de TECNICO.
Competitivo só na hora que nao precisa, porque qdo pega um time melhor, e precisa ganhar, só sofre humilhação
Enquanto esse técnico inútil estiver treinando o sp nunca seremos campeões de nada
Com esse treineiro no comando do time podem esperar mais um ano melancólico e humilhante pro SP. E a culpa nunca é dele. Portanto, contiamos nos apequenando cada vez mais.