Em reunião com a CBF no último dia 15, os clubes da Série A entregaram uma carta na qual comunicaram "a decisão da criação imediata de uma liga de futebol no Brasil". Os dirigentes já informaram o desejo de que a fundação se desse "com a maior brevidade possível". O objetivo é organizar e desenvolver economicamente o Campeonato Brasileiro.
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No escopo do que é preciso discutir até a assinatura do estatuto entram elementos complexos e que poderão dar a tônica do nível de união dos clubes. É nesse processo que haverá debate sobre a política de governança, divisão comercial e o formato da operação como um todo. Os clubes hoje querem aprovar os conceitos básicos dessa relação.
A proposta também prevê a criação de órgãos eletivos. Ou seja, a ideia é que ao término dos próximos três meses já haja um presidente eleito para a liga. Caberá a ele, então, ir ao mercado para buscar profissionais que preencham o organograma técnico/administrativo da liga.
Os dirigentes, por ora, tentam evitar uma disputa de poder na discussão da liga. Há um temor de que um eventual ciúme ou sinalização de preferência a determinado clube mine a iniciativa que começa a deixar de ser um embrião.
Na reunião de hoje, em São Paulo, todos os clubes da Série A estão representados e já há a junção com os clubes da Série B. Inicialmente, o debate no Rio, que antecedeu o encontro na CBF, foi composto apenas por quem estava na primeira divisão. O Sport não foi e nem assinou o documento na ocasião porque o presidente renunciara na véspera. Mesmo assim, já havia a manifestação pública de interesse que a Série B participasse do processo.
No mundo ideal dos clubes, o Brasileirão 2022 já teria organizado pela nova liga. Mas a concretização disso demanda muitos passos burocráticos e políticos.
Na CBF, o acordo foi definir posição sobre o movimento dos clubes só após a resolução do caso Rogério Caboclo. O presidente está afastado temporariamente — inicialmente por 30 dias, mas que devem ser prorrogados — em razão de uma denúncia de assédio moral e sexual feito por uma funcionária. Em caso de saída definitiva dele, haverá uma eleição da qual só podem ser candidatos os atuais oito vice-presidentes da CBF.
Faz parte do movimento dos clubes retomar a representatividade política na CBF, tanto mudando o estatuto para os votos tenham mesmo peso das federações estaduais quanto publicamente apoiando um candidato específico. Nas assembleias eleitorais da entidade, as federações têm peso três. Clubes da Série A, dois. Os da B, um.
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Gostei desta ideia d possibilidade de ter esta liga eu concordo que seja bem vinda
Não duvido que queiram isso aí pra cair de boca no pau grosso da Globo
Eu proporia um teto maximo de 100 mil por mes e mais 100 mil por vitoria e 50 mil por empate. Um premio final de 500 mil para cada jogador titular se for campeão
Boa Sidao vamos fazer uma campanha nesses sentido mas será que os clubecos não vão pagar por fora ?
Esses clubes deveriam se unir para discutir TETO SALARIAL
UNIVERSALIZAR a porra do salário no Brasil.
Os clubes estão se afundando em dividas por conta dessas loucuras
Em plena pandemia resgatando REFUGO da Europa pra pagar mais de 1 milhão de reais mensais ... Nego acima dos 30 anos, sem perspectivas nenhuma de venda futura, é surreal
Esses caras não agregam ***** nenhuma
É muita ilusão
Olha só o Hernanes o prejuízo que se tornou...Esse cara é o maior desastre financeiro da história do clube. Somando transferência + Salário já bateu 50 milhões. E vai bater 60 se cumprir até dezembro
E não joga nem no time B
Teto a 500 conto já! E se não aceitar que vá pra China ou pra casa do c...