Eleições do São Paulo: Julio Casares apresenta propostas em entrevista

Candidato à presidência do Tricolor fala sobre planos para comandar o clube

Fonte Globoesporte.com
Julio Casares, candidato à presidência do São Paulo concedeu nesta segunda-feira uma entrevista ao vivo de uma hora ao ge. Nela, falou sobre o plano de governo caso vença a eleição.

Julio Casares tem 59 anos, é advogado, mas fez carreira como executivo de televisão, hoje na Record. Já foi vice de marketing do clube, na gestão de Juvenal Juvêncio, e vice geral na administração de Carlos Miguel Aidar.
Finanças, departamento de futebol, jejum de títulos, Cotia, Morumbi, clube social, sócio-torcedor, Conselho, reforços, venda de atletas e relacionamento com a CBF estiveram entre os temas.
Veja abaixo as respostas de Julio Casares:
Muricy como coordenador de futebol?
– Eu sempre disse que, ao ganhar a eleição, a primeira ligação que eu faria seria para o Muricy Ramalho. Eu continuo nessa linha, não acertamos nada. Todo trabalho que iremos fazer a partir do resultado do dia 12 é para fortalecer o Fernando Diniz, dar ainda mais condições. Meu sonho é ter o Muricy, farei uma ligação para ele após o pleito, e o trabalho dele será coordenando o futebol. A experiência dele, perto da comissão técnica e diretoria, será muito importante. As notícias não têm essa conotação de verdade, porque ainda estamos para disputar o pleito, com muita seriedade e respeito ao processo democrático. Ele aceitando vai nos ajudar muito na linha de estruturar ainda mais, dar ainda mais forças ao Diniz.
Raí e Alexandre Pássaro continuam?
– É algo que temos que ter cuidado em respeito às pessoas que lá estão, desenvolvendo o melhor que podem fazer. Com a vitória no dia 12, no dia 14 já começa o processo de transição, onde teremos um entendimento maior dos números, mais convicções nas análises. Mas a análise é do conjunto da obra, a conquista, legado financeiro, o equilíbrio orçamentário, isso tudo tem que ser avaliado no tempo certo, com seriedade. Eu te afirmo que nosso foco está totalmente, 100%, voltado à eleição do dia 12, aí sim vamos olhar para todas as áreas do São Paulo. Nossa proposta é aceita, é a grande mudança, mas faremos isso com muita seriedade e profissionalismo. Avaliação de pessoas será no tempo oportuno. Faremos mudanças de processos e procedimentos, mas de pessoas fica para o segundo tempo, olhando o conjunto da obra.
Qual o futuro de Fernando Diniz?
– No dia 7 de maio, eu fiz uma publicação do que achava do Diniz, um homem de convicções, trabalhador, dedicado. Ele precisa ter uma estrutura ainda maior para continuar trabalhando no São Paulo. Ele será o técnico. A gente acredita no trabalho do Diniz de forma longeva, precisamos dar estrutura para ele. Quando falamos de analisar os processos e procedimentos, queremos oferecer isso ao Fernando Diniz, ele precisa ser ainda mais fortalecido.
Tem nomes para a direção do futebol? Executivos como Diego Cerri, Paulo Pelaipe e Rodrigo Caetano já foram citados como alvos.
– Ainda nada. O nosso foco é extremamente voltado para a eleição do dia 12. Não há nada além disso. Existem especulações, eu acho engraçado que cada dia aparece um nome. Vou repetir, a gente vai fazer uma transição, nossa transição é completar informação de orçamento, de estrutura, claro que já tenho um norte, mas jamais estaria conversando profissionalmente com alguma pessoa antes dessa transição. A entrevista é oportuna para dizer que o foco está na eleição. O São Paulo vai passar por uma grande transformação a partir daí. A transição é importante com seriedade e equilíbrio. Quando você olha para as redes sociais é curioso, não conversei com essas pessoas, mas as coisas surgem e isso faz parte. Temos que trabalhar com nosso planejamento.

Como tirar o São Paulo da crise financeira?
– Isso é um grande desafio que nós temos pela frente. O São Paulo tem uma dívida muito grande, que já era grande antes da pandemia. Estamos vivendo a pandemia, então o cenário ainda é muito pessimista em relação ao mercado. Nós precisamos ter uma visão de um planejamento que desenhamos que é trabalhar a questão da dívida, precisamos entender como ela foi composta, quando foi composta. O São Paulo sempre honrou contratos, mas vamos alinhar o curto e médio prazo, para garantirmos a saúde financeira. Vamos atuar de forma técnica, com o comitê financeiro, para que a gente possa tentar iniciar um projeto de mudança de um círculo vicioso, que é vender valores para fechar a conta, para um círculo onde o jogador da base possa ficar um tempo vestindo nossa camisa. Vamos investir ou gastar o que o orçamento prever.
– Essa mentalidade e cultura que vamos implantar. É um mandato curto, então as ações terão que ser rápidas. Se eu chegar hoje e falar que vou pagar essa dívida seria mentiroso, eu digo que vamos atenuar, diminuir, mas para isso precisamos de um trabalho técnico de renegociação. Isso sem nenhum tipo de descompasso para o mercado, respeitando os credores, o São Paulo terá credibilidade para discutir cada real que deve para os seus parceiros.
Pode sacrificar o investimento no futebol?
– Tudo vai depender de uma austeridade financeira grande e uma regra de jogo. Vamos fazer todo o esforço possível para manter os jovens valores. Sabemos da vontade de o atleta sair, da questão econômica, mas faremos tudo para que essa base mantenha um maior período vestindo a camisa do São Paulo. Isso passa por um entendimento, que eles possam acreditar que vestir a camisa é importante antes de jogar na Europa, que é um sonho. Temos que fazer um trabalho de planejamento e proximidade junto a esses atletas. Por isso o trabalho do Diniz é digno. O trabalho que ele fez com Sara, Brenner, Diego Costa, Nestor, outras peças que não foram revelados, Luan, passam a ter um valor agregado grande.
Como segurar os garotos?
– A pressão pela questão da multa, da negociação, é tudo avaliado. Nós vamos trabalhar com as receitas, premiações, teremos condições de melhorar nossa questão de marketing, que está muito ultrapassado. Sou publicitário também, trabalhei no rádio já, mas a área de marketing foi onde me dei bem. Isso tudo vai depender de uma equação. Se o São Paulo ganha um título, podemos ir trafegando, passando de ano para ano onde a linha de necessidade do futebol é a última, a não ser que ele queira ir embora. O nosso objetivo é que eles adquiram mais experiência e fiquem no São Paulo, mostrar que jogar aqui por mais duas temporadas é um passaporte para um sucesso ainda maior. Nosso objetivo é que fiquem dois, três anos, é o ideal, mas sempre olhando os negócios que podem vir.
Você cita no plano de gestão que adotará processos de reestruturação de cases de sucesso de outros clubes. Em que clubes se inspira?
– Eu não tenho um exemplo de um clube particular, são diferenças de histórias, de patrimônio, de perspectiva e plataforma. O que eu posso olhar é o São Paulo, uma grande marca que se internalizou. Posso olhar o legado que fez o São Paulo, um dos clubes mais jovens do Brasil, uma grande potência. Vendo a iniciativa privada, a experiência de quem pode montar um plano profissional, podemos fazer essa sinergia do espírito associativo com o profissional, que vamos implementar. Não vamos ter pessoas que trabalham aqui e acolá, ele tem que trabalhar só para o São Paulo. Eu me dedicarei só ao São Paulo. Mesmo os voluntários, vão fazer um trabalho galgado em metas. Eu trabalhei assim, chegava cedo e saia tarde. É assim que a máquina vai rolar.

O plano também aponta a necessidade de restabelecimento comerciais com “financiadores históricos”, que seriam utilizados como consultores financeiros. Quem são esses financiadores?
– Na verdade, teremos um comitê financeiro, pessoas com experiência de dentro e fora do clube que trabalharão ao lado de um profissional. Nós temos que ter uma concepção profissional, aí que entra a experiência do profissional para que eles deem o caminho das pedras, já tenho no mínimo quatro ou cinco pessoas nessa missão de valorizar o São Paulo. Eu tenho convicção que vamos dar um passo sem passar o chapéu. Eu quero colocar no plano comercial. Eu acredito que o São Paulo precisa cumprir o plano de gestão. Vamos elaborar compromissos nos 100 primeiros dias de gestão. Nos primeiros 100 dias, o novo sócio-torcedor estará sendo gerado, vamos mostrar para o torcedor que começamos.
Tomaria empréstimo de pessoas físicas?
– Se amanhã vier uma empresa que queira discutir a utilização do Morumbi para shows, nós vamos conversar. A prioridade é um entendimento empresarial, nunca pessoal. Claro que você pode até recorrer, mas eu digo que não é o melhor caminho. O melhor é estabelecer uma relação altamente profissional. Acredito que as pessoas que vêm colocar dinheiro no São Paulo buscam uma contrapartida. Nós acreditamos que a operação comercial, de marketing, de parcerias futuras, estará sempre embasada no plano de negócios. Temos que ter essa cultura dentro do São Paulo, é uma marca muito grande, voltará a ter um faturamento expressivo, tudo isso pilares de um São Paulo do futuro. Ao estabelecer a governança, como um todo, teremos um clube diferente.
Você fez parte da gestão do ex-presidente Carlos Miguel Aidar, envolvido em casos suspeitos de corrupção no São Paulo, e manteve-se na diretoria até às vésperas do pedido de renúncia de Aidar. Por qual motivo manteve-se fiel a Aidar, apesar das acusações?
– Eu já participei de várias gestões. Eu entrei no São Paulo ajudando em 1994 e 1995, com o Jaime Franco, que hoje nos apoia. Eu era sempre convidado a colaborar, eu queria ajudar com a minha experiência na publicidade. Eu entrei mais efetivamente com o Marcelo Portugal. Fui eleito, nesse período todo, as maiores votações que o São Paulo teve entre sócios e conselheiros fui eu quem tive, números que ainda não foram batidos. Quem me conhece me deu essa credencial importante. Quando você passa por uma gestão turbulenta, você tem uma radiografia do que aconteceu, mas pessoalmente sempre mantive minha índole inabalável.
– Eu não faço pré-julgamento de ninguém enquanto não tem um panorama judicial. A renúncia do presidente foi quando ele viu que não tinha condições nenhuma de administrar. Precisamos de normas de compliance, os erros sistêmicos são impedidos, quase na totalidade, por elas. É uma cultura empresarial que você evita erros éticos, e isso vamos fazer. Tudo que passou pelo São Paulo, na minha cabeça, foi aprendizado. Vamos fazer um "dream team" de dirigentes. Vamos criar normas de compliance. Eu não sou juiz para julgar ninguém. Estou saindo de uma atividade profissional onde ganho muito bem, minha vida deu essa conforto para realizar meu sonho. Vou me dedicar 24 horas ao São Paulo. Não quero ser um retrato na parede só.
Sobre o caso Far East. Você entende que houve irregularidades nessa relação? Tinha conhecimento de que a Under Armour já tinha tido contato com o São Paulo anteriormente, sem intermediários?
– Não houve qualquer desvio ético. A Under Armour estava fora do processo por várias razões, uma gestão turbulenta. Eu fiquei dez anos na frente do marketing do São Paulo, nunca assinei um contrato de intermediação. Nós estávamos sem a marca, as outras estavam fora do mercado, então já estávamos olhando uma situação de marca própria. Vamos fazer um comentário. Esse assunto se deu em 2016, foi nem julgado, não houve saída de dinheiro, o Conselho de Ética houve o parecer de que não tinha ilicitude. Sou um cara ficha limpa, não tenho problema nenhum, quiseram criar um clima político em cima de algo de 2016, mas isso não colou.
Eu olho o São Paulo para frente, que será formado por homens de bem. A minha proposta será de equilíbrio, normas de compliance e vou estar olhando para frente. O São Paulo tem uma relação com agentes do mercado, isso tudo tem que ser discutido na ampla divulgação de normas de compliance. Seguiremos fielmente o que lá estará escrito. Eu passei a campanha toda propondo, e vou cumprir esse programa. Quem não tem proposta sai acusando. A resposta foi o quê? 74% das urnas. A previsão era de 1.500 sócios, mas levou 2.500. Eu estava lá fazendo o contato próximo com os sócios, vi pessoas que não ia no clube havia tempos, os sócios foram lá votar em quem demanda transformação. Sábado, dia 12, estaremos lá ratificando essa vitória.
Houve racha com o Leco? Como você avalia a gestão dele?
– Eu quero só colocar que nunca estive ao lado dele e nem tive racha. Eu fui eleito pelo Conselho Deliberativo para exercer minha função. É público que eu e mais pessoas da pasta elaboramos um documento para o Leco começar uma reestruturação profunda no futebol. Não houve uma eleição casada, fui eleito pelos conselheiros a membro do Conselho de Administração. Eu volto a repetir, há um ano o "Fora, Leco" era trending topics nas redes sociais. Tirar um presidente tem que ter razões legais e comprovadas, e nós não tínhamos. Se agíssemos politicamente, poderíamos ter problemas hoje, que o São Paulo respira. É uma questão de equilíbrio. Temos que pensar sempre no dia seguinte, agir com seriedade, e faria tudo de novo.
Pretende publicar balancetes trimestrais ou somente o balanço financeiro anual?
– O nosso plano fala em transparência e ética. Vamos fazer lives regulares informando o status de projetos, nossos 50 compromissos. E a informação de balancete não vejo problema, só não sei a periodicidade, iremos avaliar com pessoas técnicas. Eu sou muito responsável, vou ouvir os técnicos das áreas. Temos compromisso com a transparência, ética e normas de compliance. A forma, se vai ser só com a live, ou divulgação de resultados, isso vamos discutir com os técnicos das áreas.
O investimento em esportes olímpicos, como no time de basquete, vai continuar?
– A razão da nossa associação é o futebol, São Paulo Futebol Clube. Hoje temos o futebol feminino que vem sendo muito bem executado. Vestiu a camisa do São Paulo tem que buscar o melhor. O basquete é um exemplo de competitividade, mas vamos estabelecer uma estrutura para esses esportes terem investimento. Precisamos fechar essa conta. Vamos criar uma diretoria específica para esses esportes, aí teremos um plano para trazer anunciantes para o basquete e futebol feminino. Falam que existe porque é exigência, também, mas vestiu a camisa tem que ganhar. É isso que vamos fazer. Nós vamos cobrar resultados, renda, marketing, comercialização de produtos, e isso vai ser fundamental para ter uma modalidade competitiva e saudável, que tenha vida própria, como deve ser.

Como recuperar o Morumbi para buscar receitas com o estádio?
– Sou muito responsável, não vou dizer que vou pagar a dívida, vou atenuar. Não vou dizer que vou fazer uma grande modernização no Morumbi, vamos fazer uma atualização e manutenção. Todos os restaurantes foram eu que criei. Se tivermos um parceiro para investir no Morumbi, aí faremos algo maior. Se não, faremos manutenção e atualizações, é um estádio maravilhoso, não temos que devolver dinheiro para ninguém como outras arenas. Eu terei um gerente de conteúdo para ativar o Morumbi Concept Hall, precisa trazer receita sem ser nos dias de jogo. Temos restaurantes, academia referência, buffet infantil, bares, mas isso precisa aumentar. Se tivermos uma parceria privada com empresas que possam modernizar o Morumbi, estaremos abertos. Mas um clube que deve quase 600 milhões, falar em cobertura, eu não faria.
O programa de sócio-torcedor e o sistema de vendas de ingressos são alvos de críticas recorrentes. Como avalia esses serviços hoje e como pretende melhorá-los?
– O sócio-torcedor do São Paulo precisa ter melhores benefícios e tecnologia, devemos pensar no torcedor distante, o sócio tem que ter um balancete mensal de cada centavo que ele coloca lá vai para o futebol, tem que ter a visão de que está contribuindo, receber um extrato do que está acontecendo. Além de inúmeras ações de interatividade. Nós vamos avaliar o contrato do prestador de serviço em relação ao preço dos ingressos, alguma coisa tem que acontecer para melhorar. Nós precisamos criar uma dinâmica de tecnologia, um aplicativo, que você possa comprar um produto, comprar um ingresso ou entrar no sócio-torcedor com facilidade.

Considerações finais
– Não tenho dúvida de que a grande maioria quer a mudança, 74%, inúmeros conselheiros chegando. Dia 12 vamos dar início a um trabalho novo, de credibilidade, eu não deixaria minha segurança profissional para ser apenas um quadro na parede. Temos que preparar novas gerações, trazer eficiência, quero conclamar para todos que vamos juntos começar a virar a página, escrever uma nova para o clube que amamos.
São Paulo, Júlio Casares, eleições, Tricolor
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Comentários

guigo12
1 0
08/12/2020 15:03:03

Olha, quem vem acompanhando o discurso do Casares, pode perceber que ele joga pra torcida. Vou ligar pro Muricy, vamos trazer ídolos, bla bla bla, a mesma conversa de todos os Presidenciaveis. Antes falava em Ceni, agora o Diniz é o preferido. Eu quero acreditar que teremos mudanças positivas, até porque o São Paulo não aguentará mais uma administração nível Leco e Aidar.
Mas veremos ano que vem, pra mim o termômetro será o Muricy, se ele não sair no primeiro ano de mandato, é porque as coisas realmente estarão nos trilhos prometidos, pois este sim tem caráter e palavra.

alexandre campos
5 1
07/12/2020 21:11:29

Caramba... Já to vendo a galera aqui super dividida... Acho o Casares melhor que o Natel, tem mais bagagem administrativa, é lógico que o cara vai se cercar de pessoas de confiança e tentar dar um rumo ao TRICOLOR. Ele já está encaminhando o retorno de Muricy, quem sabe Milton Cruz, o Pássaro deve ser certeza sair, mas acho melhor que saia em fevereiro no término do contrato... Acredito que muita coisa vai melhorar, NÃO PODEMOS ESQUECER:"O SPFC É O TIME DA FÉ "....

gerson ribeiro da rocha
4 1
07/12/2020 20:53:49

Eu era da Tusp responsável pelas bandeiras

gerson ribeiro da rocha
6 2
07/12/2020 20:52:44

Fui voluntário no São Paulo queria voltar a ser

gerson ribeiro da rocha
4 2
07/12/2020 20:51:52

Podia marcar um horário para conversar com o senhor

gerson ribeiro da rocha
3 2
07/12/2020 20:51:09

Trabalhei com o geleia record

gerson ribeiro da rocha
4 2
07/12/2020 20:49:25

Julio Casares trabalhei no São Paulo durante 12anos com o gino orlando

paulo monteiro de mello
2 9
07/12/2020 20:00:18

O Raí não ganhou nada e destruiu financeiramente o clube... Torcedor é momento. Viva o Cruzeiro.

antonio holanda dos santos junior
6 2
07/12/2020 19:25:09

Não é hora de mexer na comissão técnica e nem diretoria de futebol.

karakakiko
bronze
8 11
07/12/2020 19:08:04

Julio Casares é discipulo de JJ, que pegou um time campeão mundial, endividou e destruiu com o elenco, e discípulo de Aidar.
Vai afundar o SP. Duvido que o Muricy aguente 6 meses trabalhando com esses caras. A notícia foi lançada na mídia justamente para fortalecer a eleição dele. E justamente a mesma estratégia utilizada pelo Leco quando trouxe Rogério Ceni para ser cabo eleitoral dele e depois vendeu as principais peças e desestruturou todo o planejamento que ele defendeu durante a campanha.

elciley costa
3 10
07/12/2020 18:38:19

Começa tirando quem aumentou significativamente a dividida do clube com compras erradas e emprestou o deu de de graça o diego sousa o jean mais de 20 milhões no bolso de empresários fora os outros erros Fora RAÍ

jorge rocha de souza
10 0
07/12/2020 18:37:32

Casares agora que o Rai acertou, e aprendeu como deve dirigir o clube, você terá a coragem de tirar ele ?

lorival junior
9 0
07/12/2020 18:29:34

Traz o Muricy Milton Cruz Zetti e está bom mais deixa a diretoria

gstv lz
20 0
07/12/2020 17:25:40

Não muda nada enquanto o time estiver disputando o brasileiro e a copa do brasil !! Deixa os caras tranquilos, agora que está embalando !!!!

dennis falcão rodrigues
13 5
07/12/2020 17:07:54

Põe o Muricy e deixa nas mãos dele com quem quer trabalhar! Se ele achar que deve correr com todo mundo que seja! A hora da mudança éh agora! 600 milhões de motivos pra mudar! Que vença no dia 12 e convença nas atitudes os seus planos.

ted william
37 3
07/12/2020 16:37:07

Não mexa na diretoria de futebol!!! É melhor o Raí do que um gastador de dinheiro que não tem identificação com o SPFC!!!!

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