O segundo discurso, parando pra pensar hoje, tem mais a ver com a demissão de treinadores como Rogério Ceni - que além de ídolo sofreu um desmanche de 7 jogadores vendidos em 6 meses - e Diego Aguirre - que MERECIA ter sido bancado pelo Rai com o mesmo afinco que protegem Diniz hoje - que nos entregou mais do que esperávamos, sofreu com uma crise interna, não tinha banco pra lesões e foi demitido precocemente.
Fui defensora do Rai pelo mesmo motivo nessa época. Pensava que qualquer diretor de futebol que chegasse precisaria de tempo para se adaptar, lutar contra a estrutura política, tomar decisões com critério bancando-se perante a pressão e isso demandava conhecimento dos bastidores que só longas temporadas traria.
Assisti Ricardo Rocha abandonar o barco e me questiono “por que não liguei o sinal de alerta?”. Conselheiros de bastidores na época diziam que o Ricardo Rocha é quem foi um problema e não o SPFC. Oras, analisando friamente, o SPFC é sempre o problema há 8 anos. Uma ciranda de nomes passou por aqui.. Milton Cruz, Vagner Mancini, Pintado e agora Lugano (que não pode ser confundido com Raí).
Pensei e defendi que a troca de técnico 4 vezes e direção de futebol 1 ou 2 vezes ao ano podiam ser a base da crise que assola nossos bastidores há tantos tempo, afinal, as equipes estão SEMPRE se reformulando e reconstruindo e nunca chegam em um “agora concluímos, é isso”.
Essa rotina é exaustiva e insustentável, além de gerar o ciclo vicioso do “contrata, inicia uma filosofia, monta um time, perde, elimina, crise, demite, recomeça”. E acredito que a luta do Raí seja contra este ciclo, porém, na hora errada e pelo nome errado o que o tornou um péssimo gestor e um tolo teimoso.
Lembro quando Hudson voltou de empréstimo por uma temporada no Cruzeiro e disse “não conheço mais ninguém do elenco”. Todos os jogadores, comissão técnica e membros da direção haviam sido trocados. Claro, menos o presidente.
Olhando essa linha de raciocínio é fato que devemos mesmo querer o fim do imediatismo do futebol e buscar uma estabilidade de direção e filosofia de treinamento. Mas a estrutura que devemos ter para permanecer por anos precisa ser construída em cima de detalhes e conjuntos firmes.
Uma boa gestão se esconde atrás dos detalhes.
Até as minimalistas situações em um clube como o São Paulo são absurdamente gigantes. Como uma foto com a camisa do time rival nas redes não desmentida ou não punida.
Montar a temporada é mais do que assinar contratos longos com caros jogadores, é atuar na gestão de pessoas no dia a dia e identificar que é preciso defender o conjunto e não escolher lados. Raí escolheu o lado de Fernando Diniz pra lutar contra o imediatismo assim que fomos eliminados pelo Mirassol. E ali, meus amigos, foi o começo do fim.
Ouso dizer que pode ter sido que a tendência dessa escolha venha de novembro do ano passado quando o próprio Rai ficou ameaçado em seu cargo por situações políticas que levariam Carlos Belmonte(oi? Quem? Diretor social no futebol, Leco? Aiaiai) a seu cargo para ter forças nas urnas este ano.
E o quebra cabeça começou a se montar até chegarmos nessa falência futebolística.
Por um lado, é bom perceber que as diretorias batem cabeça por enxergarem que erraram nos últimos anos, que foram amadores, que não souberam criar um plano baseado em critérios 360 graus (financeiro x técnico x logística x contratos Jurídicos x marketing) e seguir convictos no próprio planejamento solucionando adversidades para dar certo.
Por outro, é terrível perceber no que o Rai e o Pássaro se tornaram. Se tornaram cegos, teimosos perderam a identidade. Destruíram o planejamento montado por eles mesmo, atiraram no próprio pé.
Fizeram a primeira parte do processo e criaram um planejamento que em tese era livre de políticas e engrandecedor. Elevaram o patamar do São Paulo.
A falha? Apostaram em apostas com planejamento de time grande. Desistiram cedo demais das próprias convicções e desfizeram o próprio planejamento pra bancar a aposta que comandaria o planejamento de time grande. Perderem os critérios porque esqueceram o sentido.
Eram bem intencionados, mas amargaram no ambiente amador e se tornaram pior do que os não executivos.
É simples: lute pelo bom futebol e pelo resultado.
Não deveria ser difícil para um campeão mundial enraizado.
Agora vamos recomeçar o processo e, com sorte, talvez a lição que todas as diretorias tenham aprendido: é preciso, sim, lutar ela estabilidade contra o imediatismo do futebol mas por uma comissão técnica é um elenco que valha a pena e seja a cara do São Paulo.
E não podemos ignorar quando este planejamento no dinamismo do futebol der sinais de que a validade está se esgotando.
E foi assim que Rai e Pássaro passaram de solucionadores pra péssimos gestores.
Conversa fiada... nenhum técnico que começa a perder e tem maus resultados vai “valer a pena” pra torcida. Até o Paulo Autuori que foi campeão mundial em 2005 mas foi péssimo na ultima passagem foi chutado na bunda sem do.
Na época que Aguirre e Cuca foram mandados embora tb não tinha ninguém falando que tinham que ficar mais pq eram treinadores que valiam a pena mesmo com o time jogando mal.
Da mesma forma que se o Diniz estivesse ganhando e estivéssemos classificados hj na Libertadores e em primeiro no Brasileiro ninguém ia querer tirar ele, ia ser acusado de louco.
Gestão amadora.Pior planejamento (se é que houve ) para disputar uma libertadores,.Onde pretendiam chegar com este time e treinador ridiculo.Alguns jogadores eram bons,hoje ninguém mais serve,o aprendiz acabou com o que tinha de bom e deixou tudo no mesmo nível
Só há uma solução, pura e simples: dinheiro en caixa; contratação do Sam Paoli, ou outro técnico de primeira linha; contratação de, no mínimo, seis jogadores de ponta;muito treinamento e forte trabalho de bastidores.Em suma, começar tudo de novo, como fizemos nos anos 70/80 e 90.O resto é malhar em ferro frio.
Porque querem ver o circo pegar fogo! Nao tem capacidades para serem diretores!
Já o Pássaro e o Leco são dois Filhos da P... Que torcem para o Palmeiras e querem que o SP se fod...
O motivo foi que o Raí se apaixonou pelo Diniz, e colocou o coração na frente dos negócios...
Eu nao acho que o projeto do Raí deu errado pq nao tem como falar que e um desastre se nem chegou no meio da temporada ainda , nos objetivos desse ano em nenhum deles estava lutar fortemente por tudo que disputar , no Brasileirão o objetivo era o G4 que estamos na briga , no estadual o objetivo eta semifinal e caiu uma rodada antes na libertadores o time tbm caiu uma fase antes do planejado , o projeto do Raí e montar uma base de time com uma certa estabilidade para entregar pro Rogério ano que vem , pq oq ele menos quer e terminar o ano em crise e jogar essa bomba nas maos do Rogério ceni , a temporada so e um desastre pra quem fala que e obrigação de ganhar títulos so por causa da camisa mas pra quem tem os pés no chão e entende a situação do time da pra enxergar que a culpa não e do Raí, o cara tem a missao de arrecadar pelomenos 150 milhões por ano so podendo gastar 50 milhões e como é que vcs querem que ele nessa situação monte um elenco com o mesmo nível de um adversário que tem 200 milhões livres pra gastar todo ano , o Raí nao e uma mal gestor o problema e que ele não recebe de cima as condições de fazer um trabalho melhor .
Esse sujeito condeguiu acabar com a reputação dele,agindo como um incompetente e teimoso gestor,parece ate que ele quer o mal pro São Paulo, esse infeliz é um funcionario remunerado do clube,ele tem por obrigação de trabalhar com dignidade,mas infelizmente é um incompetente!!
Maicosuel, Diego Souza, Maycon, Cicero, Pato é o que me vem na memória. Militao e Oscar sairam de graça. Esta administração é uma vergonha sem limites. Ja contrataram jogadores e técnicos errados pagando absurdos. Uma vergonha.
Por muito menos, o Rogério Ceni caiu e ele nao o blindo
Layla, problema do rai, foi as escolha pelo treinador, depois do Muricyem 2015, são paulo só acertou em dois nome, bauza e o aguirre
Enquanto a torcida ficar blindando o Raí, o time continuará essa *****
Avisa o Rai que não é feio assumir que está errado, que imediatismo funciona por que ele foi jogador e só foi campeão mundial por causa do excelente Tele Santana então isto não e desculpa para jejum de título por que quanto ele chegou no Spfc o spfc já era grande isto vale ate hoje o spfc e grande para este pessoal da diretoria (isto que eles não entende e não aceitam )
Layla? Muito bla bla bla. Vamos aos fatos. São muitos erros e por muitos anos. Compram e pagam caro por jogadores e depois dão de graça. e depois dão de graça
Acredito no critério do Raí, de dar suporte e tempo para o treinador, quem precisa mudar é o Fernando Diniz pra atender a demanda atual, tomar tantos gols assim realmente está difícil mesmo.
Rai é um tremendo *** arrebentou o sp financeiramente com contratacoes ridiculas ,agora insiste em manter este treineiro ,se respeitasse o tricolor ja teria saido.
Incompetentes
Títulos , não arruma nada florida cup nao é nada, cade os títulos, Paulista, Brasileiro, Libertadores, Mundial... Time sem vergonha mal administrado pelo treinador!