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Mais de 71 mil torcedores estiveram no Morumbi naquela noite de 14 de julho de 2005 e viram Rogério Ceni erguer o troféu após os gols de Amoroso, Fabão, Luizão e Diego Tardelli. O Tricolor venceu a partida por 4 a 0 e voltou a conquistar o título após o sucesso que teve com Telê Santana em 1992 e 93.
Aquela edição de Libertadores teve personagens mitológicos que fizeram história e ficaram marcados no clube. Como explicar o zagueiro Fabão e o volante Josué, o meia Danilo e o atacante Grafite, que vieram do Goiás após uma grande edição do Campeonato Brasileiro na edição anterior e chegaram para serem pilares e titulares indiscutíveis da equipe de Leão e Autuori.

O lateral direito Cicinho que naquele ano jogou tanto, que foi convocado para jogar a Copa do Mundo no ano seguinte e depois para os galácticos do Real Madrid. Mas antes, ele foi o principal carrasco do nosso maior freguês internacional, o Palmeiras. Como esquecer aquele golaço no ângulo no Parque Antártica.

E os atacantes daquela equipe? Era uma variedade atrás da outra e a verdadeira definição de tanto faz. Luizão com um faro de artilheiro inconfundível. Diego Tardelli, a cria tricolor que fez gol na final e a principal contratação daquele ano, Amoroso, que jogou 4 jogos, o suficiente para se tornar ídolo.

E o principal personagem? O herói daquele campeonato? Rogério Ceni fez uma competição de cinema. Quando um goleiro foi o artilheiro de uma equipe durante a Libertadores? Com defesas magníficas e gols importantes, o capitão do tricolor é o verdadeiro símbolo de uma equipe tri-campeã da América e do mundo.

Relembre os melhores momentos da decisão:
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