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“Servir para mim é um grande prazer, e servir a seleção, o meu país e as pessoas que estão a minha volta. Eu construí minha vida assim, servindo as pessoas. Eu tive chance de ir na Olimpíada de Londres, com o Mano Menezes, e na final não tive a honra de estar presente, mas estava na torcida. Aqui na do Brasil também estava na torcida. Mas eu estou sempre à disposição, se precisar de mim é só me chamar, e sabem onde me encontrar. Tudo o que seja somar, eu estou disposto, seja na seleção, no São Paulo ou em qualquer outro lugar. Eu nasci para isso, para somar, e é uma possibilidade. Pode-se levar jogadores acima da idade, e eu sou um desses jogadores que eles podem escolher. Com certeza, se eu for solicitado, tentarei não decepcionar e fazer minha parte, como eu sempre tento, mas sabendo também que tem outros nomes que podem ser convocados”, disse o jogador.
Ao falar sobre o técnico do São Paulo, Daniel Alves relembrou a conversa que teve com o treinador quando estava no Paris Saint-Germain. “Não vale só jogar bem, tem que ganhar. Então, isso foi o que eu falei para o Diniz quando eu o conheci lá em Paris. Eu falei ‘ok, pô, para mim você é o melhor treinador do Brasil’ sigo pensando até hoje, ‘Mas você não encontrou as peças que te façam o melhor treinador do Brasil’. Porque não vale só você ter conceito e as ideias se atrás não tem as pessoas que executem bem para você”.
“A minha ideia aqui no São Paulo é criar uma filosofia de como fazer as coisas, de como competir, de que quando as pessoas olhem para o São Paulo elas falem ‘Caramba, o São Paulo joga bem o futebol e ganha’”, completou Daniel Alves.
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