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Para evitar suspensões ou até mesmo quebras de contrato, os clubes vêm sendo ativos, especialmente na mídia digital, um mercado até então pouco explorado, mas reforçado no período de isolamento social pela presença da maior parte da população em casa, o que tem provocado uma audiência inédita para a internet.
Se tornou, assim, uma oportunidade para atingir um público inédito, mesmo que ainda não seja possível compensar a exposição perdida. "É o momento para geração de conteúdo quando as pessoas estão em casa e saudosas, ainda que seja impossível fazer a entrega integral do contrato por não ter jogo ou treino", diz Fábio Wolff, diretor da agência de marketing esportivo Wolff Sports.
De acordo com estimativa de José Colagrossi, diretor executivo do Ibope Repucom, o valor de exposição de marca gerado através das redes sociais não chega a 5% no Brasil, algo que deve até aumentar em 2020, ainda que não exatamente pelos melhores motivos. "É possível que o valor digital chegue em 10%, mas menos pelo seu progresso e mais pela queda da mídia tradicional", diz, também estimando que ainda há muito espaço para ser conquistado no mercado nacional. "Com base em nossa atuação global, a meta deveria ser 20%", acrescenta.
Aproveitar esse "salva-vidas" em momento de crise e manter o seu uso quando a pandemia passar pode gerar receitas para os times no futuro.
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